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Como iniciar um movimento…
mai 14th, 2012 by Fretta

Os animais não podem ser comparados com coisas, porque não são coisas.
mai 5th, 2012 by Fretta

Nova lei de proteção aos animais em Portugal.

Grupo SwáSthya Argentina
abr 26th, 2012 by Fretta

O Yôga é uma espécie de ginástica?
abr 14th, 2012 by Fretta

 

Não. O Yôga não é nenhum tipo de ginástica nem modalidade alguma de Educação Física. Uma prática completa de Yôga compreende técnicas corporais, bioenergéticas, emocionais, mentais, etc., através de exercícios orgânicos, respiratórios, relaxamentos, limpeza de órgãos internos, vocalizações, concentração, meditação. Ora, isso não pertence à área de Educação Física. Mesmo os exercícios físicos do Yôga não são puramente físicos e são completamente diferentes dos da ginástica. Até as regras e os princípios são totalmente diversos. Vejamos alguns exemplos:

1) Movimento

-  Na Educação Física o movimento e a repetição são elementos fundamentais. A boa forma, os efeitos e o bom rendimento dependem da repetição adequada.

-  No Yôga, mais do que o movimento, o que importa é a permanência na fase crítica do exercício e, mais do que a repetição do mesmo exercício, importa a diversificação das técnicas, ainda que possam ser convergentes com relação aos efeitos proporcionados.

2) Aquecimento

-  Na Educação Física é imprescindível um bom aquecimento muscular prévio para evitar distensões.

-  No Yôga não se faz aquecimento prévio, mesmo que esteja muito frio. Apesar disso, no Yôga não se observam distensões. O fenômeno explica-se, em parte, pela ampla consciência corporal desenvolvida pelo praticante, que passa a conhecer perfeitamente seus limites e sabe que não deve excedê-los e, em parte, pela sofisticada tecnologia desenvolvida empiricamente durante cinco mil anos de experiência.

Ocorre que, quando as fibras musculares são aquecidas, dilatam-se, dando a falsa impressão de maior flexibilidade, mas depois voltam a se contrair pelo esfriamento no final do exercício. No Swásthya Yôga não utilizamos aquecimento, o que faz com que as fibras musculares desenvolvam um alongamento real, definitivo, mesmo quando o corpo estiver frio.

Isso também fundamenta fisiologicamente o fato comprovado de que a performance conquistada pelo praticante de Yôga incorpora-se definitivamente ao seu patrimônio corporal e ele, mesmo parando de seguir um programa regular de exercícios, não perde a boa forma durante meses ou anos, dependendo do nível de adiantamento obtido na fase de treinamento intensivo.

Assim, quando um praticante de Yôga é surpreendido por um incidente físico contará com músculos muito bem condicionados a reagir sem a necessidade de aquecimento prévio. Como um gato, fica instantaneamente em condições de enfrentar o desafio. Depois, volta rapidamente à calma.

3) Áreas Atingidas

-  A Educação Física atinge prioritariamente músculos e articulações. Depois, o sistema cardiovascular. Só secundariamente o resto do organismo. A mente não é trabalhada e limita-se a receber o benefício da higiene mental, o “mens sana in corpore sano“. Mas não há exercícios mentais nessa especialidade que se propõe, e proporciona com sucesso, uma educação física.

-  No Yôga é exatamente o inverso. Os efeitos começam se processando nas áreas mais profundas e afloram até chegar ao corpo. Nele, manifestam-se inicialmente nos sistemas nervoso e endócrino. Depois, nos órgãos internos. Só por último os benefícios chegam aos músculos e articulações.

Agora raciocinemos: se os músculos e articulações são as partes menos trabalhadas no Yôga e, apesar disso, adquirimos uma performance muscular e articular excepcional, imagine os efeitos obtidos nas áreas mais profundas!

4) Respiração

-  Na Educação Física dá-se uma razoável importância à respiração, porém não há uma tecnologia respiratória específica. Basta fazer respirações profundas. Permite-se respirar pela boca. Tradicionalmente (ainda hoje) é comum que o treinador mande o desportista encher de ar a parte alta do tórax em detrimento da região diafragmática, que é a mais importante pela quantidade maior de ar que comporta.

-  No Yôga, uma das primeiras coisas é reaprender a respirar. Respirar sempre pelas narinas, fora os casos excepcionais. Fazemos treinamento para dominar eletivamente os músculos respiratórios abdominais numa circunstância, intercostais noutra, sub-claviculares noutra e assim por diante. Controlamos diferentes ritmos para distintos objetivos, e acoplamos a determinados exercícios respiratórios a contração deste ou daquele plexo ou glândula endócrina, a fim de dinamizar a força do exercício.

Utilizamos 46 exercícios respiratórios diferentes e mais alguns que não podem sequer ser ensinados por livros, tal o poder que possuem e sua capacidade de despertar paranormalidades.

5) Gasto de energia

-  Na Educação Física tudo produz consumo de energia, sem o quê, os efeitos não se processam.

-  No Yôga, em sete oitavos da prática (sete em oito tipos de técnicas) o dispêndio de energia é próximo de zero. Em todos os oito feixes de técnicas capta-se, gera-se, canaliza-se ou armazena-se energia solar, telúrica e pránica de diversos tipos, das mais variadas fontes limpas e inesgotáveis.

Por isso os exercícios de Yôga são agradáveis e não cansam. Mesmo sem esforço os efeitos ocorrem  com intensidade, desde o primeiro dia.

RAZÕES PARA VC SER NÃO CARNÍVORO
abr 13th, 2012 by Fretta

Pújá- Retribuição de energia ( Tratado de Yôga-DeRose)
abr 13th, 2012 by Fretta


Pújá pode ter vários significados. Oferenda, honra ou retribuição de energia ou de força interior, são as formas pelas quais nos referimos ao pújá na estirpe Dakshinacharatantrika-Niríshwarasámkhya Yôga. Mas o termo pode significar também adorar, prestar culto, venerar, honrar, reverenciar.

Assim, se você seguir uma corrente de Yôga Vêdánta, o termo pújá poderá ter uma conotação totalmente diversa da de uma Escola de Yôga Sámkhya (ainda mais se for Niríshwarasámkhya). Enquanto no Sámkhya mais antigo, pré-clássico, pújá tem um sentido naturalista de sintonização com os arquétipos, na linha Vêdánta medieval ganha interpretação espiritualista e até religiosa.

Um bom exemplo do pensamento naturalista é o trecho da poesia de Fernando Pessoa:

Se Deus é as flores e as árvores
E os montes e sol e luar
Então acredito nele a toda hora.

Mas se Deus é as árvores e as flores
E os montes e o luar e o sol,
Para que lhe chamo eu Deus?
Chamo-lhe flores e árvores e montes e sol e luar.

Variedades de Pújá

O conceito de pújá possui primeiramente duas divisões: báhya pújá (externo, expresso com oferendas materiais) e manasika pújá (interno, manifestado por meio de mentalização e atitude interior).

Para realizar o báhya pújá cinco objetos materiais, tradicionalmente, são mais recomendáveis: frutas, flores, tecidos, incenso e dinheiro. Dependendo do Mestre, alguma(s) destas formas de oferenda podem não ser bem aceitas, portanto, informe-se antes de fazê-la(s) impulsivamente, como ocorreu comigo na Índia, no caso que relatei no livro Quando é Preciso Ser Forte. Não obstante essas cinco formas de pújá tradicionais, atualmente é comum o indiano médio oferecer a um Mestre simplesmente uma caixa de doces! No Ocidente, um tipo de oferenda que todo instrutor aprecia são músicas que possa utilizar em coreografias, meditação, relaxamento e aulas em geral. Na verdade, não importa o que você esteja ofertando. Importa é o sentimento, a intenção e a intensidade com os quais o pújá esteja sendo feito. A partir daí, podemos dizer que há um número infinito de variações, tanto de báhya pújá, quanto de manasika pújá.

Na prática regular de Yôga aplica-se mais o manasika pújá, reservando-se o báhya pújá para circunstâncias cerimoniais, sociais e festivas. No Oriente são muitas essas ocasiões. Já, no Ocidente, resumem-se a umas poucas como o aniversário, dia do Mestre, Natal, inauguração de um Núcleo, início de um curso ou evento, etc. Uma modalidade denominada chakra pújá pode ser feita para comemorar a formalização de um relacionamento afetivo de um casal de yôgins de linha tântrica.

O manasika pújá se faz com profunda concentração e visualizando linhas, raios ou jatos de luz partindo do coração do praticante ou discípulo (dependendo do seu grau de identificação) em direção ao Mestre, envolvendo-o e impregnando-o com a energia de carinho, amor, lealdade e apoio daquele que transmite o pújá.

A visualização terá muito mais validade se for potencializada por um sentimento verdadeiro, honesto e intenso. Essa luz pode ser visualizada com a coloração amarelo-ouro, diáfana e brilhante, como o são em geral os fachos de luz, ou pode tomar as características cromáticas daquilo que se deseja melhor transmitir: se for saúde física e vitalidade, luz alaranjada; se for saúde generalizada com redução de stress, verde alface; se for paz e serenidade, luz azul celeste; se for afeto, rosa; se for para auxiliar uma superação kármica, violeta.

Na prática ortodoxa de SwáSthya Yôga convencionaram-se quatro segmentos de pújá:

1) bhavana pújá  - ao local que acolhe os praticantes e que fica impregnado de forças positivas;

2) guru pújá -  ao instrutor que ministra a prática em curso, representante de Shiva;

3) satguru pújá  – ao Mestre do instrutor, quem transmite a ele a força de Shiva;

4) Shiva pújá  – ao criador do Yôga.

Na prática heterodoxa o pújá pode sofrer algumas discretas adaptações, desde que quem o faça tenha a autorização do seu Supervisor.

Para Quê Pújá?

A função do pújá é estabelecer uma corrente de sintonia entre o discípulo e o Mestre e, logo em seguida, realizar energeticamente o fenômeno dos vasos comunicantes: aquele que tem mais, deixa fluir para aquele que tem menos. Quem tem mais força e conhecimento é o Mestre. Contudo, pela Lei Natural de Ação e Reação, se o discípulo tomar uma atitude vampiresca e parasitária de querer receber, gera um campo de força, de reação, que bloqueia tudo. Por outro lado, se o discípulo educado trata de somente enviar uma oferenda de boas vibrações e mentalizações ao seu Mestre, gera-se um campo de força favorável à identificação entre ambos, conseqüentemente, ocorre um jorro de retorno àquele que fez a emissão original.

Mas, atenção: não se faz pújá com segundas intenções, para receber o benefício do retorno de energia. Isso seria seqüela de uma educação religiosa deturpada, em que a pessoa quase sempre reza para pedir algo, ao invés de manifestar o comportamento mais digno que seria orar para oferecer algo.

Para Quem se Faz Pújá

Pode-se fazer pújá a um local sacralizado, a uma pessoa consagrada, ou a uma egrégora, isto é, a uma entidade gregária, o ser arquetípico que polariza e nucleia um grupo de indivíduos.

Quando entre pessoas, o pújá faz-se somente em sentido ascendente, ou seja, do inferior ao superior hierárquico. Assim, um devoto pode fazer pújá à sua divindade, um filho pode fazer pújá ao seu pai ou mãe, e o discípulo ao Mestre, mas o contrário não. No chakra pújá os convidados à cerimônia oferecem um pújá ao casal pelo motivo de que, naquele momento, ele representa Shiva-Shaktí.

Como em todas as coisas do hinduísmo, com relação ao pújá encontram-se também opiniões as mais variadas e discrepantes. Em algumas regiões e em determinadas escolas, o pújá muda de nome ou, então, entende-se que ele não possa ser direcionado a outro Ser Humano, mas apenas ao Ser Divino. Outras contra-argumentam que o Ser Divino está dentro de todo Ser Humano, portanto, o pújá pode ser feito ao Mestre. Se formos ater-nos à teorização e à filosofia especulativa, isso se tornará uma discussão sem fim.

O importante é o praticante saber que o pújá é parte da etiqueta e das boas maneiras yôgis (consulte o livro Método de Boas Maneiras , Mestre DeRose). Seja qual for sua origem, casta, credo ou posição social, antes de qualquer coisa deve ter lugar um pújá. O pújá é como se fosse o agradecimento prévio pelo que ainda vai ser feito. É um “muito obrigado” dito pelo aluno antes da aula, assim que chega para a classe. É a maçã que a criança leva espontaneamente para a sua professora primária.

A Falta do Pújá

A falta do pújá prejudica o praticante, pois o instrutor não dispõe de energia inesgotável para ministrar tantas classes e continuar com forças para irradiar magnetismo aos seus pupilos. É com a energia previamente ofertada pela turma que o instrutor vai operar. Ele processa e reflete essa força de volta para os seus alunos na forma de uma aula muito melhor, mais poderosa, mais dinâmica, mais mágica e mais alquímica.

A carência do pújá pode lesar o instrutor severamente. Afinal, quando os Antigos elaboraram o pújá como parte fundamental da prática de Yôga, sabiam o que estavam fazendo. Com que petulância os contemporâneos decidem que isso não é importante e o suprimem!

Os instrutores de Yôga ocidentais têm complexo de Deus. Acham que são imortais, que suas energias são inesgotáveis e que podem ensinar Yôga anos a fio, dando, dando sempre sem exaurir-se. A síndrome de divindade é de tal forma aguda que muitos profissionais, além de não ensinar pújá aos seus alunos, ainda selecionam os mais fracos e carentes de energia para trabalhar com eles, às vezes, exclusivamente: são os que direcionam sua divulgação especificamente para idosos e enfermos! Não é de se admirar que esse tipo de instrutor acabe contraindo sérios problemas de saúde. Primeiramente, ele fica neurastênico e com sintomas psicóticos. Na segunda fase somatiza enfermidades que absorveu por interferir com o karma dos seus alunos sem aplicar o dispositivo de segurança que os Mestres Ancestrais nos proporcionaram – o pújá. E, finalmente, morrem cedo, exauridos.

Observe-se que na nossa Escola, que utiliza pújá, em 35 anos não se observou nenhum óbito. Considerando que somos 195 Unidades no Brasil, mais de 30 noutros países e milhares de instrutores, estamos diante de um dado estatístico que merece estudo.

E há alguma explicação para os instrutores do nosso tipo de Yôga terem mais saúde e viverem mais tempo que os demais? Certamente: utilizamos a técnica chamada pújá e somos de linha tântrica, a qual valoriza o corpo, a saúde, o prazer e esse milagre que é a vida. Como, desde que o Swásthya Yôga foi introduzido no Brasil, há três décadas e meia, nenhum instrutor nosso passou para o outro lado da vida, criou-se o provérbio sobre a causa mortis de um instrutor de SwáSthya. Dizem que um instrutor de Swásthya Yôga só morre de rir!

Aliás, já que estamos em clima de descontração, vale a pena lembrar que pujante, em português, significa possante, que tem grande força e pujar, quer dizer superar! Não é uma simpática coincidência? Sabendo-se que o sânscrito influenciou etmologicamente a maioria das línguas modernas, podemos até supor que tenha ocorrido algo mais do que acaso. A semântica mostra que a palavra dente, provavelmente proveio do sânscrito danta; pata, de páda; caju, de kaju; barata, de Bhárata; xícara, de shíkara; chá, de chai; nove, de nava; nome, de nama; e ainda:

  • ignis (latim), de agni, fogo;
  • gnose (grego), de gnana ou jñána, sabedoria;
  • man (inglês), de man, pensar;
  • tri (do grego e do latim) e three (do inglês), de tri, três;
  • penta (grego), de pancha, cinco;
  • genou (francês), de janu, joelho;
  • sept (francês), de sapta, sete; etc.

Bháva

Bháva significa sentimento, conduta, amor, inclinação da mente. É a reverência ou sentimento profundo, intenso, que potencializa e dinamiza a força do exercício. Sem bháva, o pújá não é pújá, o mantra não mantra, e assim por diante: o Yôga não é Yôga.

 

Chakra Pújá

Cerimônia de Consagração Para-Nupcial Secular no Swásthya Yôga

 

A solenidade abaixo descrita não está atrelada a nenhum credo nem religião. Trata-se de uma cerimônia de caráter social e festivo. Só pode ser oficiada pelo Mestre de mais elevada hierarquia.

O casal senta-se sobre um panô no chão ou sobre um tablado no centro do recinto escolhido para dar lugar ao chakra pújá. Entre os nubentes, um tecido branco. Sobre o tecido encontram-se fogo, incenso e flores brancas. Em torno, os convidados iniciados ficam dispostos preferencialmente em círculo ou semicírculo, caso o espaço assim o exija. Fora do círculo sentam-se os eventuais convidados não iniciados. Os padrinhos deverão forçosamente ser yôgins.

Após uma rápida preleção, o Mestre Oficiante dá inicio à celebração entoando alegres mantras (vocalizações em sânscrito) com palmas, o que confere à cerimônia uma atmosfera descontraída.

Terminados os mantras, todos voltam suas mãos para o casal, enviando-lhe votos de carinho duradouro, compreensão, ausência de possessividade, respeito pela individualidade e autêntico companheirismo.

Sob o comando do Mestre Oficiante, os convidados começam a vocalizar o mantra ÔM contínuo, semi-sussurado, para que todos possam ouvir claramente todas as palavras que serão pronunciadas.

Ambos estendem as mãos sobre o fogo para purificá-las e torná-las dignas de tocar o parceiro.

Em seguida, cada um toca de leve com os dedos indicador e máximo nos lábios do outro, dizendo:

– Que teus lábios só pronunciem palavras de amor e compreensão.

Depois, cada qual toca os ouvidos, esquerdo e direito do parceiro (nesta ordem), dizendo:

– Que teus ouvidos só escutem de mim palavras doces e verdadeiras.

Por último, cada um toca no ájña chakra do outro, dizendo:

– Que teus olhos só vejam o carinho que existe em todas as minhas atitudes.

A Shaktí faz um prônam mudrá que é envolvido por um prônam mudrá pelas mãos do Shákta. O Mestre Oficiante transmite seu kripá ao casal. Encerra-se o mantra ÔM contínuo.

O Mestre Oficiante recebe uma pombinha branca que possa voar, das mãos dos padrinhos. O casal toca a ave para transmitir-lhe seu afeto. O Mestre declara:

– Que o Amor e a Liberdade sejam o maior patrimônio da união que agora se formaliza.

Em seguida solta a pombinha. Ao mesmo tempo, uma explosão de palmas, manifestações de júbilo e de congratulações por parte de todos os presentes.

SwáSthya na Argentina- Festival na Índia
abr 13th, 2012 by Fretta

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abr 10th, 2012 by Fretta

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Calendário do Espaço Cultural Fretta do Método DeRose
abr 10th, 2012 by Fretta

O que você vai vivenciar nas turmas de Iniciantes de Yôga
abr 10th, 2012 by Fretta

- Técnicas de Respiração:

Reeducação respiratória;

Explorar e ampliar a capacidade pulmonar;

Respiração abdominal e completa:

Fases da respiração;

Tipos de respiração;

Técnicas que sedam e estimulam;

Respiração ritmada.

 

- Técnicas de Purificação Orgânica:

Massageamento e purificação dos órgãos internos;

Limpeza dos globos oculares e treinamento para melhorar a visão;

Limpeza das narinas, do seio maxilar e dos pulmões;

Estas técnicas permitirão um melhor funcionamento dos órgãos trabalhados.

 

- Técnicas de Orgânicas:

Alongamento, fortalecimento e definição muscular;

Flexibilidade e resistência articular;

Coordenação motora;

Melhora na postura;

Consciência corporal;

Regras gerais de execução: respiração, permanência, repetição, ângulo didático, compensação e segurança.

 

- Técnicas de Descontração:

Atingir uma profunda descontração muscular e nervosa e junto com as demais técnicas da prática administrar e implodir o stress.

 

- Encadeamento das técnicas:

Aula com ênfase nas passagens de uma técnica para outra.

 

- Preparação para o SwáSthya Yôga:

Somado às técnicas conhecerá mais sobre o objetivo da prática de Yôga Antigo através da leitura do livro Yôga a Sério.

 

Tempo de permanência: De um a três meses.

 


Campanha do agasalho 2012
abr 8th, 2012 by Fretta

 

 

Missão- Trazer um amigo para integrar-se a nossa família
abr 8th, 2012 by Fretta

Eu escolho ter responsabilidade sobre minha vida.
abr 8th, 2012 by Fretta


Alguns meses atrás, relatando sobre paradigmas, perguntei aos alunos de SwáSthya o que eu  segurava a mão “O que é isto?” Depois de olharem um pouco perplexos por eu perguntar algo tão óbvio, eles respondem em coro: “um pedaço de giz”. Quando eu pergunto como eles sabem que é um pedaço de giz, eles geralmente respondem: “Porque eu posso ver!”

Do ponto de vista da mecânica do processo da visão, o que na verdade ocorre quando nós “vemos” um pedaço de giz é que há um certo padrão de ondas de luz refletidas. Esta energia refletida é recebida pelos receptores de sentido nos nossos olhos, então é convertido em energia eletroquímica e finalmente é mandado ao nosso cérebro para ser interpretado. Então quando “vemos” um pedaço de giz, o que nós estamos vendo é a nossa interpretação interna de estímulos externos, sendo filtrados pelo nosso individualizado aparato físico. Indo mais longe, uma vez que o estímulo chega ao cérebro para ser interpretado, os indivíduos são capazes de um grande número de interpretações alternativas, dependendo de sua educação, seu passado cultural, suas características pessoais e sua experiência individual. Então nós podemos ver e ouvir nossos cérebros, não apenas nossos olhos e ouvidos.

Quando nós vemos um mapa do Brasil, nós entendemos que o mapa não é realmente o Brasil, mas uma mera representação gráfica dele. Nossa percepção da realidade trabalha na mesma maneira. O que nós vemos, ouvimos, cheiramos, tocamos não é o mundo “real”; ao contrário, é nossa percepção interna e única daquela realidade.

Logo, duas pessoas podem viver o mesmo evento, mas descrever duas experiências completamente diferentes, como a seguinte história do Japão ilustra.

Desde que ele crie e vença uma discussão sobre Budismo com aqueles que ali vivem, qualquer monge pode continuar no templo Zen. Se ele for derrotado, ele tem que ir embora.

Em um templo… dois monges irmãos estavam vivendo juntos. O mais velho era sábio, mas o mais novo era meio estúpido e só tinha um olho.

Um monge, que por ali vagava, veio e pediu abrigo, e os desafiou para um debate… O mais sábio, cansado naquele dia por ter estudado muito pediu ao mais novo para tomar seu lugar. “Vá e peça o diálogo em silêncio”, ele avisou.

Então o monge mais jovem e o estranho foram para o santuário e se sentaram. Pouco tempo depois o viajante se levantou e foi ao irmão mais velho e disse: “Seu irmão mais novo é um sujeito maravilhoso. Ele me derrotou.”

“Relate o diálogo para mim”, disse o mais velho. “Bom”, explicou o viajante, “Primeiro eu levantei um dedo representando Buda, o iluminado. Então ele levantou dois dedos significando Buda e seus ensinamentos. Eu levantei três dedos, representando Buda, seus ensinamentos e seus seguidores vivendo uma vida de harmonia. Então ele esfregou seu punho fechado em meu rosto, indicando que todos os três vieram de uma realização. Então ele venceu e eu não tenho direito de permanecer aqui.” Com isto, o viajante foi embora.

“Onde está aquele sujeito?”, perguntou o mais novo, correndo na direção de seu irmão mais velho.
“Eu entendo que você venceu o debate”.
“Não venci nada. Eu vou bater nele”.
“Me conte o assunto do debate”, pediu o mais velho.
“Porque, no primeiro minuto eu vi que ele levantou um dedo, me insultando e insinuando que eu tenho apenas um olho. Já que ele era um estranho eu pensei que seria educado para ele, então eu levantei dois dedos, congratulando-o por ter dois olhos. Então o mal educado levantou três dedos, sugerindo que entre nós só tínhamos três olhos. Então eu fiquei nervoso e comecei a bater nele, mas ele correu e isso acabou com tudo!” Já que toda a realidade é, definitivamente, uma experiência interna, já que a experiência interna depende de nossos pensamentos e já que nós temos controle de nossas mentes graças a esta incrível coisa que chamamos de pensar, nós somos responsáveis pelos resultados de nossos pensamentos. Ainda que muitas pessoas venham a acreditar que nossos pensamentos são causados por uma realidade exterior, a verdade é que nossos pensamentos causam a nossa realidade. Realmente, nosso pensamento é energia, e ele começa a produzir a si mesmo fisicamente no momento de sua concepção.

O processo de criação de realidade com nossos pensamentos, que talvez seja mais óbvio em trabalhos de artistas e inventores, é uma característica humana comum. Isto é, quando Thomas Edson imaginou a lâmpada pela primeira vez, não era ainda um fato físico que ela pudesse iluminar a sala na qual eu escrevo esta página. Para tornar a idéia de uma lâmpada um objeto útil, inúmeras mudanças precisaram ser feitas na sociedade; como a colocação de cabos elétricos por todo o país para a passagem da eletricidade, além de desenvolver a manufatura, distribuição e rede de vendas. Mas hoje, um século depois que as primeiras lâmpadas foram produzidas em massa, a idéia de Edson pode ser comprada em qualquer loja e o mundo moderno não consegue ser imaginado sem as luzes elétricas.

Todo mundo muda constantemente o perfil de seu mundo com seus pensamentos, quaisquer que sejam, uma vez que o mundo no qual vivemos é sempre filtrado pelas crenças, pensamentos e emoções individuais. Então, o caminho para o fortalecimento começa no mesmo lugar para todos – no reconhecimento da responsabilidade pessoal:

O primeiro passo para o fortalecimento e a aquisição do que você quer da vida é ter total responsabilidade sobre o modo como a sua vida está agora, neste segundo. Mesmo que você não tenha conscientemente controlado seu passado, o grau que você tem de responsabilidade pelo seu presente vai determinar o que você consegue no futuro. Ter responsabilidade vai te dar o poder de escolher como você quer que seu futuro seja.

 

Um Yôga que não é Zen – Texto do escritor DeRose

Nosso trabalho não é “zen”[1]. Nossos alunos e instrutores são engenheiros, advogados, médicos, arquitetos, cientistas, universitários, artistas plásticos, escritores, intelectuais e atletas. Nenhum deles é adepto de seitas ou modismos alternativóides nem naturébas. Atuamos com profissionalismo, pagamos nossos impostos, participamos de ações sociais e estamos inseridos na sociedade como qualquer outra pessoa. Basta olhar – sem preconceito! – para um dos nossos praticantes e constata-se que ele não tem nada de “zen”. Aliás, todos nós lamentamos a desinformatite quando lemos uma matéria jornalística e encontramos alguma referência discriminatória que nos classifica aleatoriamente como “zen” sem que tenhamos dado motivo algum para essa generalização.

Em novembro de 2005 um importante jornal carioca noticiou que o restaurante Doce Delícia, do Leblon, estaria inserindo no cardápio um prato intitulado Strogonoff DeRose. Sem mais pensar a respeito, o texto passa a declarar: “O Strogonoff Zen (que leva parmesão, mozarela e provolone ao molho cremoso de tomate, noz-moscada, champignon e palmito) foi criado em homenagem ao Mestre DeRose [...]”. De onde o estimado jornalista tirou a qualificação “zen”? Será que algum daqueles queijos era naturéba? Será que era o molho de tomate, o champignon, o palmito? Ou será que era por ser em homenagem ao Mestre DeRose, que tem seu nome associado ao Yôga e o redator já havia decidido que sendo Yôga tem que ser “zen” e está acabado?

Na mesma semana, a maior revista do país publicou sobre nós uma belíssima reportagem que começa assim: “O agito na Praia de Ipanema vai abrir espaço para uma prática zen [...]”. Como assim? Não era uma prática “zen”! Era uma prática de SwáSthya Yôga, a modalidade mais avessa a atitudes estereotipadas e a comportamentos esquisitóides.

Na mesma semana, um dos mais importantes jornais de São Paulo publicou a matéria intitulada Yôga com elegância, a respeito de um livro meu. A matéria foi muito bem escrita e extremamente simpática. Mas… quando menos se espera, saído do nada, leio “Yôga são boas maneiras, simplifica o Mestre DeRose, ao ser perguntado [...] sobre o que, afinal, o milenar sistema filosófico e ritualístico indiano tem a ver com etiqueta”. Como assim ritualístico? De onde saiu essa dedução? Eu não disse nada que pudesse induzir a tal interpretação, nem encontrei essa palavra em nenhum dos meus 22 livros. É que sendo Yôga cai imediatamente na caixa preta, num drive com defeito de formatação.

Tudo isso ocorreu na mesma semana, em três das mais importantes publicações jornalísticas do país, escritas pelos mais informados jornalistas. Conclusão: é preciso fazer alguma coisa, é urgente tomar alguma providência para esclarecer a opinião pública de que o Yôga, ou pelo menos o SwáSthya Yôga, não tem nada de “zen” e não se encaixa em nenhum estereótipo ou modismo contemporâneo.

 


[1] Zen é a denominação de uma variedade de budismo especialmente desenvolvido no Japão. Não tem nada a ver com o Yôga nem com a Índia. Budismo é uma religião. Yôga é classificado como filosofia. O budismo é uma heresia do hinduísmo. O Yôga é um dos seis dárshanas, pontos de vista formais do hinduísmo. Logo, por extensão, o budismo poderia ser interpretado como uma heresia perante o Yôga hindu. Se analisarmos por esse lado já percebemos que é uma contradição qualificar o Yôga como Zen. Contudo, se quisermos invocar a gíria que denomina “zen” qualquer coisa que seja oriental, estranha, naturéba, alienada, caricata, pior ainda, pois os praticantes de Yôga são engenheiros, advogados, médicos, arquitetos, gente jovem, saudável e dinâmica.

As pedras e o tempo
abr 7th, 2012 by Fretta

Efeitos da Etapa Inicial do SwáSthya Yôga- DeRose
abr 7th, 2012 by Fretta


Há pessoas que praticam Yôga. Outras preferem Karatê, Ballet, Tênis, Piano, Pintura, etc., cada qual de acordo com o seu temperamento. No entanto, todas essas pessoas têm algo em comum. É que os adeptos dessas disciplinas dividem-se em dois tipos de praticantes: aqueles que estudam e exercitam-se horas a fio, diariamente, durante anos, sem visar a nenhum benefício; e aqueles que só praticam alguma dessas modalidades se ela lhe valer uma vantagem qualquer.

Antes de abordar os efeitos propriamente ditos, gostaríamos de tecer alguns comentários sobre a postura estereotipada do público com relação a este tópico.

Para que serve o Yôga?

Quando se fala sobre Yôga, surge logo a pergunta: “para que serve o Yôga, quais são os benefícios que proporciona?” Pense bem: por que o Yôga precisa proporcionar algum benefício?

Nestes últimos 50 anos não houve um entrevistador de televisão que tenha deixado de fazer essa indefectível pergunta, ao iniciar seu diálogo com um instrutor de Yôga. Raras são as pessoas que, ao ser instadas por um amigo a praticar Yôga, não perguntem a mesma coisa, como se estivessem a declarar: “está bem, posso até praticar Yôga, mas o que é que ganho com isso?”

Se essa pessoa fosse convidada a praticar tênis, karatê, natação ou dança, perguntaria para que serve cada uma dessas modalidades, ou que benefícios receberia em troca se concedesse a graça da sua presença?

Não é convincente a justificativa de que é preciso fazer tal pergunta por ninguém conhecer bem o Yôga. Isso pode servir para os segmentos semi-analfabetos das populações pobres, mas não para as classes medianamente instruídas. O Yôga está expressivamente difundido há mais de um século no Ocidente. É difícil encontrar um clube que não tenha aulas de Yôga. Rara é a revista que não publique pelo menos uma reportagem por ano sobre o tema. Portanto, trata-se de uma postura viciosa, saída não se sabe de onde, essa que induz a população a fazer automaticamente aquela pergunta nada lisonjeira.

Por qual motivo o Yôga precisa proporcionar algum benefício? Golfe, tênis, aeróbica, rugby, skate, surf, ginástica olímpica[1] e muitas outras atividades físicas são proverbialmente prejudiciais à coluna, articulações, ligamentos, mas apesar disso legiões dedicam-se a elas, mesmo sabendo que trazem mais malefícios do que benefícios. Alguém perguntaria: “Para que serve a ginástica olímpica? Que benefícios me proporcionaria? Sim, porque preciso saber antes de decidir praticá-la. Como é que eu entraria sem saber para que serve?”. Para que serve aprender pintura, escultura, teclado ou canto? Alguém em sã consciência cometeria tal questionamento?

Faça Yôga antes que você precise

Faça Yôga por prazer como faria alguma daquelas modalidades esportivas ou artísticas. Consideramos um procedimento mais nobre ir ao Yôga sem finalidade de benefícios pessoais, mas sim impelido pelo mesmo motivo que induz o artista a pintar o seu quadro: uma manifestação espontânea do que está em seu íntimo e precisa ser expressado. Faça Yôga se você gostar, se tiver vocação, se ele já estiver fervilhando em suas veias. Não porque precise.

Não é justificável buscar o Yôga nem mesmo por motivação espiritualista, pois não deixa de ser uma forma de egotismo dissimulado, já que visa a uma vantagem espiritual.

Se o praticante busca exclusivamente as conseqüências secundárias, que são a terapia, a estética, o relaxamento, limitar-se-á às migalhas que caem da mesa – e o instrutor não conseguirá ensinar-lhe realmente Yôga, tal como o professor de ballet não conseguiria ensinar dança a um aluno que almejasse apenas perder peso.

Efeitos versus Yôga

Existem dois tipos de praticante: um que vem buscando benefícios e outro que vem buscando Yôga. Cada qual vai encontrar o que veio buscar. Claro que ensinar a quem quer Yôga e não vantagens pessoais é mais gratificante. Isso não significa que vamos recusar nem discriminar o outro. Esperamos simplesmente reeducá-lo para conscientizá-lo de que uma coisa nobre é o Yôga e outra bem inferior são seus efeitos.

O praticante que quer o Yôga e não meramente os seus benefícios, lê, pesquisa, investe, dedica-se. Já o que busca efeitos, esse não está se importando com a seriedade ou autenticidade do método, encorajando, dessa forma malsã, a disseminação de ensinantes sem formação nem habilitação, mas que saibam prometer benefícios.

O sádhaka que busca benefícios não valoriza os estudos mais profundos nem as sofisticações técnicas que seu instrutor se esforça por oferecer. Ele quer benefícios e tanto faz se o método é autêntico ou não, desde que consiga usufruir dos efeitos. Mesmo que eles sejam produto de uma mistura exótica de espiritismo, massagem, hipnose, macrobiótica, teosofia, florais, cristais e curandeirismo, que nada tenha a ver com o Yôga.

Agora, imagine uma outra situação, conseqüência da atitude acima descrita. Suponha que você seja um professor de Ballet Clássico e, cada vez que vá ensinar uma técnica mais elaborada para tornar seu aluno um bailarino de verdade e não um mero iludido, ele reclame:

Ah! Professor, não exija tanto de mim. Não estou aqui para aprender a dançar. Vim só para emagrecer.

E um outro:

Eu também não quero dançar. Só quero melhorar da dor na coluna.

E outro mais:

Já não estou em idade de dançar. Meu médico me mandou aqui para tratar da asma.

No final, você é professor de dança, mas ninguém quer aprender a dançar, pois estão todos de olho só nos benefícios para a saúde! Que frustração! Isso é o que ocorre sistematicamente com os instrutores de Yôga. Por essa razão temos evitado falar dos superlativos benefícios que a prática do Swásthya Yôga pode proporcionar.

Ademais, colhemos a vantagem da compostura ética de não ficar fazendo propaganda apelativa. Não prometemos coisa alguma. Quem vem praticar conosco é porque entendeu nossa proposta e já sabe o que quer. Isto posto, podemos permitir-nos discorrer sobre alguns efeitos mais comuns para responder àquela tão famigerada pergunta.

Ah! Os benefícios…

Se você compreendeu o que foi colocado acima, então aceitamos explanar sobre os tão decantados benefícios.

O Swásthya proporciona uma flexibilidade espantosa e um excelente fortalecimento muscular. Com seus exercícios biológicos beneficia a coluna vertebral, os sistemas nervoso, endócrino, respiratório e circulatório.

Os ásanas (técnicas corporais) promovem a regulagem do peso por estimulação da tireóide, melhor irrigação cerebral pelas posições invertidas, consciência corporal, coordenação motora e alongamento muscular que auxiliará outros esportes.

Os kriyás (atividades de purificação das mucosas) promovem a higiene interna, das mucosas do estômago, dos intestinos, do seio maxilar, dos brônquios, das conjuntivas, etc.

Os bandhas (contrações ou compressões de plexos e glândulas) prestam um massageamento aos plexos nervosos, glândulas endócrinas e órgãos internos.

Os pránáyámas (exercícios respiratórios) fornecem uma cota extra de energia vital, aumentam a capacidade pulmonar, controlam as emoções, permitem o contato do consciente com o inconsciente e ajudam a conseguir o domínio da musculatura lisa.

Os mantras (vocalização de sons e ultra-sons), em primeira instância aplicam vibração vocálica para desesclerosar meridianos energéticos; em segunda instância permitem equilibrar os impulsos de introversão/extroversão e dinamizar chakras; em terceira instância, ajudam a obter o aquietamento das ondas mentais para conquistar uma boa concentração e meditação.

O yôganidrá (técnica de descontração) é o módulo de relaxamento, que auxilia a todos os anteriores e, juntamente com os demais angas da prática, implode o stress.

O samyama (concentração, meditação e outros estados mais profundos) proporciona a megalucidez e o autoconhecimento.

Estes efeitos, e muitos outros, são simples conseqüências de exercícios. Ocorrem como resultado natural de estarmos exercitando uma filosofia de vida saudável. Se aprendemos a respirar melhor, relaxar melhor, dormir melhor, comer melhor, excretar melhor, fazer exercícios moderados, trabalhar melhor a coluna e manifestar uma sexualidade melhor, os frutos só podem ser o incremento da saúde e a redução de estados enfermiços.

O Yôga é um dos recursos mais eficientes para reduzir o stress a níveis saudáveis. Tal opinião está publicada em grande quantidade de livros sérios sobre o assunto e é partilhada por um bom número de médicos que indicam o Yôga aos seus pacientes estressados.

O stress[2] em si não é uma coisa ruim. Sem ele o ser humano ficaria vulnerável e não conseguiria lutar, trabalhar ou criar com a necessária agressividade. Mal é o excesso de stress ou a falta de controle sobre ele.

Com a redução da tensão conseguimos minimizar a reação em cadeia de efeitos secundários, tais como enfarte, pressão alta, enxaqueca, insônia, depressão, nervosismo, queda de produtividade, queda de cabelo, redução da capacidade imunológica, herpes, problemas digestivos, úlcera, gastrite, impotência sexual, dores nas costas, contas do médico, etc. Basta reduzir o stress para amenizar também todos esses efeitos.

Nas Empresas

Nos cargos de decisão e comando, o Yôga, ao controlar o stress, reduziu os índices de esgotamento, estafa, úlceras, gastrite, pressão alta, enfarto, enxaqueca e insônia. No pessoal de escritório, ao combater o sedentarismo, eliminou dores nas costas, corrigiu alguns problemas de coluna, hemorróidas, sonolência depois do almoço e irritabilidade que atrapalhava as relações humanas entre os funcionários e emperrava a máquina administrativa. Entre os operários, aumentou a produtividade em cerca de 30%, pois oxigenou seus cérebros e lhes proporcionou mais concentração o que reduziu os erros operacionais e os acidentes para quase zero. Em todos os escalões observou-se uma queda considerável nas faltas ao trabalho por motivos de saúde. Só de gripes, por exemplo, as faltas caíram para a metade.

No conjunto, os exercícios preconizados pelo Yôga aumentam a qualidade e a expectativa de vida, proporcionando um sensível rejuvenescimento por acréscimo de vitalidade, energia sexual e saúde generalizada. Constitui o exercício mais biológico já criado pelo ser humano.

Stress

Stress é o estado psico-orgânico produzido pela defasagem entre o potencial do indivíduo e o desafio que ele precisa enfrentar. Para administrá-lo, não nos limitamos a proporcionar relaxamento. Muito mais importante é aumentar a energia do praticante para que o seu potencial suba e possa enfrentar o desafio de cima para baixo.

O stress em si não é uma coisa ruim. Sem ele o ser humano ficaria vulnerável e não conseguiria lutar, trabalhar ou criar com a necessária agressividade. Mal é o excesso de stress ou a falta de controle sobre ele.

Entre um alerta psicofísico e outro, a pessoa teria condições de se refazer desse estado de extrema tensão orgânica e mental. Para tanto, seria preciso que houvesse menor freqüência do estado de tensão ou, então, exercícios específicos para minimizar a fadiga generalizada dali resultante e que produz uma reação em cadeia de efeitos secundários tais como enfarte, pressão alta, enxaqueca, insônia, depressão, nervosismo, queda de produtividade, queda de cabelo, redução da capacidade imunológica, herpes, problemas digestivos, úlcera, gastrite, impotência sexual e muitos outros.

Basta reduzir o stress para amenizar também todos esses seus efeitos, os quais, de outra forma, dificilmente cederiam a um tratamento verdadeiramente definitivo. A terapia ficaria sendo meramente paliativa ou um mascaramento dos sintomas.

O Yôga é um dos recursos mais eficientes para reduzir o stress a níveis saudáveis. Tal opinião está publicada numa grande quantidade de livros sérios sobre o assunto e é partilhada por um bom número de médicos que indicam Yôga aos seus pacientes estressados.

Por essa razão, são muitos os empresários, executivos, políticos, artistas e profissionais liberais que vão buscar no Yôga a dose extra de energia e dinamismo de que necessitam, mas, ao mesmo tempo, o controle do stress.

Noventa por cento das pessoas sentem os efeitos de combate ao stress já na primeira sessão de Yôga bem conduzida.

Úlcera, pressão alta, enfarte.

Aí estão três conseqüências diretas do stress e da vida sedentária. A maior parte dos tratamentos é paliativa. Quem tem úlcera ou pressão alta, passa anos a fio sendo medicado e sendo submetido a restrições na alimentação. Não obstante, quando ocorre uma contrariedade na empresa ou na família os sintomas costumam se agravar. O enfarte, quando não mata, inutiliza o profissional.

O Yôga oferece benefícios em dois níveis: antes e depois de já ter tido problemas com essas doenças. Antes, a prática do Yôga visa a reduzir enormemente a incidência de úlcera, pressão alta e enfarte em quem ainda não os teve. Depois, costuma auxiliar de forma palpável a recuperação da pessoa afetada. A úlcera e a pressão, geralmente já mostram melhoras desde o início da prática do Yôga, o que pode ser facilmente sentido pelo próprio praticante e confirmado pelo seu médico, cujo acompanhamento é obrigatório.

Quanto ao enfarte, esse tem no Yôga um conjunto de exercícios agradáveis e saudáveis que contribuirão efetivamente para mantê-lo em boa forma e para minimizar a possibilidade de um novo enfarte.

A expectativa de vida de um cardíaco que pratique Yôga bem orientado chega a igualar e, às vezes, superar a de uma pessoa não-cardíaca mas que não pratique Yôga.

Insônia.

Ninguém sabe explicar como nem porquê, mas se você praticar Yôga de manhã ou à tarde, conciliará o sono facilmente à noite. Por outro lado, praticar à noite costuma deixar a pessoa mais acesa (os estudantes praticam Yôga à noite para passar a madrugada estudando).

Há, porém, exercícios por excelência que ligam mais se praticados à noite (bhástriká, sirshásana) e os que, mesmo feitos antes de dormir, ajudam a conciliar o sono (vamah krama, shavásana, dhyána).

Temos tido casos de pessoas que há anos não conseguiam dormir sem medicamentos e que já no dia da primeira prática de Yôga, simplesmente esqueceram-se de tomar o remédio e dormiram a noite toda.

É claro que as pessoas com tendência à insônia devem eliminar a cafeína e evitar ver televisão na cama. Cama tem que ter associação de idéias com o ato de dormir.

E se, eventualmente, não tiver sono, não se abale com isso: vá ler os nossos livros de Yôga.

Enxaqueca.

Aquela dor de cabeça que ocorre de tempos em tempos, às vezes acompanhada de outros sintomas, tais como luzes cintilantes, enjôo, etc., pode ser a tal da enxaqueca.

Ela não tem remédio definitivo. Usam-se como paliativos os analgésicos mais ou menos fortes e uma série de cuidados com a alimentação e com o stress. Certos alimentos podem desencadear a enxaqueca numa pessoa e não numa outra. Às vezes o leite desencadeia um acesso de enxaqueca, ou o ovo, ou comer demais, ou misturar muitos alimentos. Outras vezes, basta apenas uma emoção ou tensão.

Para interrompê-lo você pode experimentar uma boa dose de café forte ou de chá preto bem forte, desde que seja bem no início da crise. Mas atenção: se você está habituado a usar muito café ou muito chá, o efeito poderá não ser tão bom.

A prática regular do Yôga costuma ir progressivamente espaçando mais os períodos entre uma enxaqueca e outra, assim com ir reduzindo consideravelmente a intensidade de cada uma. Muitos alunos nossos declararam que nunca mais tiveram acessos de enxaqueca a partir do seu primeiro mês de Yôga.

Asma.

Uma crise de asma geralmente precisa de dois fatores para que possa ocorrer: um físico e outro emocional, com predominância do primeiro ou do segundo, conforme a pessoa.

Entretanto, tanto num caso quanto no outro, os exercícios de Yôga têm-se mostrado excepcionalmente eficientes para reduzir a intensidade das crises e espaçá-las cada vez mais.

Os efeitos do Yôga sobre a asma também são muito rápidos, desde que o praticante execute em casa alguns exercícios respiratórios durante menos de cinco minutos por dia e participe de uma ou duas práticas completas por semana com um instrutor.

A maior parte dos asmáticos abandona a bombinha já na primeira aula. Basta executar um respiratório toda vez que achar que vai ter uma crise. A bomba fica no bolso só como apoio psicológico.

Vários alunos nossos que sofreram com a asma durante muitos anos, desde a primeira aula observaram melhoras e mais tarde declararam-se livres desse desconforto.

Depressão.

Algumas vezes a depressão tem razões justificadas e nesse caso é perfeitamente normal se, completado o seu ciclo, ela se extingue naturalmente, não deixa seqüelas e demora para se repetir.

Se a depressão é muito intensa, muito freqüente ou sem razão aparente, requer uma atenção especial.

O Yôga possui técnicas eficazes no combate à depressão. Uma delas é a hiperventilação que bombeia mais oxigênio para o cérebro. O Yôga utiliza tais técnicas há milhares de anos, mas só recentemente a ciência esboçou uma explicação: é que o aumento de oxigenação cerebral produz uma sensação de euforia, a qual elimina a depressão sem a necessidade de medicamentos.

Exercícios respiratórios, aliados a exercícios físicos moderados e técnicas de relaxamento deram a fórmula perfeita para a eliminação da depressão.

Emagrecimento.

No Yôga nós conseguimos emagrecer sem transpiração nem regime. É claro que a moderação alimentar é recomendável, mas não a neurose torturante das dietas.

Consta que o Yôga emagrece por atuar nas glândulas e regular a orquestra endócrina. Por exemplo, observa-se que diversos exercícios com fama de emagrecedores eficientes são executados sem esforço e quase todos estão comprimindo ou distendendo a tireóide. É sabido que a estimulação dessa glândula tende a produzir emagrecimento.

Outro recurso do Yôga é aumentar a absorção de comburente (oxigênio) através de determinados respiratórios, o que, acredita-se, induz ao aumento da queima das gorduras do organismo.

Há também exercícios de enrijecimento da musculatura e de contração do abdomem, os quais produzem um resultado estético que supera as expectativas.

Fora os exercícios, há o aconselhamento alimentar, pois não se pode ignorar que certos alimentos engordam mais do que outros, Mas isso nada tem a ver com regime ou dieta.

Finalmente, o Yôga conta com um trunfo poderoso: proporciona equilíbrio emocional, o qual freqüentemente falta nas pessoas que não conseguem emagrecer e que torna infrutífera qualquer outra tentativa, seja ela de exercícios, seja de restrição alimentar, o que pode até criar uma neurose.

Enfim, estes são os segredos do Yôga para conseguir tão bons resultados de emagrecimento em tempo razoavelmente curto.

Coluna.

Quem é que não tem algum problema de coluna? Quase todo o mundo tem. A razão disso é a vida sedentária que se tem hoje em dia, aliada às cadeiras e poltronas das residências, escritórios, automóveis, cinemas, etc., totalmente mal projetadas. A isso, some-se o hábito de sentar-se mal, com a coluna torta, e o de ficar em pé com má postura; parar numa perna só, sempre a mesma; dormir numa posição só; carregar bolsa, pasta ou embrulhos sempre de um mesmo lado; levantar peso com a coluna mal colocada; dormir em camas muito moles e com travesseiros muito altos; et cœtera.

Mas de todas as causas, a principal é a falta de exercício moderado, já que o exercício violento faz mais mal do que bem à coluna. Veja o cooper/jogging. A cada passada ocorre um pequeno trauma ritmado sobre as vértebras, o qual, repetido, pode causar problemas em algumas pessoas que já não tenham a coluna muito boa.

O Yôga tem produzido ótimos resultados para problemas de coluna, tais como lordose, cifose e escoliose. Para o bico-de-papagaio, hérnia de disco e outros mais graves, o Yôga atua bastante como profilaxia, ou então, quando já em estado evoluído, ajuda a atenuar as dores desde que, nesse caso, sob estrita orientação do fisiatra ou ortopedista.

Por outro lado há toda uma legião de pessoas que padece de dores crônicas nas costas, mas cujo desconforto não tem nada a ver com a coluna propriamente dita. São dores musculares, facilmente elimináveis com as flexões, extensões, torções e trações proporcionadas pelos exercícios de Yôga, sempre biológicos.

Além disso, ainda há os relaxamentos que ajudam a eliminar as tensões musculares, quer sejam elas provenientes de má postura, cansaço físico ou stress. Se você quiser testas os efeitos em sua própria casa, execute os exercícios indicados no nosso livro Faça Yôga antes que você precise. Você constatará que mesmo praticando por livro, a tendência é o alívio imediato das dores nas costas, a menos que você tenha algum problema que exija os cuidados de um médico. De qualquer forma, a prática com um instrutor formado é o mais aconselhável, pois ele dispõe de um bom arsenal de técnicas que aplicará de acordo com a necessidade do aluno.

Impotência sexual/frigidez.

Aí está uma das coisas que despertam mais atenção no Yôga. É que a simples prática regular aumenta bastante a energia sexual e aprimora o prazer sensorial.

Os homens têm mais reservas em confidenciar este problema, mas não resistem e comentam os resultados fascinantes de uma prática a curto prazo. É até freqüente, o homem e a mulher que praticam Yôga, perceberem sinais de excitação genital durante a execução de alguns exercícios, mesmo em sala de aula. Alguns, preocupados, vêm nos consultar depois da aula para saber se há algo errado com eles, mas esclarecemo-lhes que é perfeitamente natural, pois o Yôga tem uma atuação muito intensa nas glândulas endócrinas a fim de despertar a kundaliní e, com isso, produzir o samádhi, estado de hiperconsciência e autoconhecimento que constitui a meta do Yôga.

Mas cuidado: há o outro lado da medalha. É que também aumenta a fertilidade. Muitos casais que não conseguiam ter filhos, com a prática do Yôga obtiveram a fecundação em pouco tempo. O curioso é que nenhum deles fôra praticar Yôga para isso, pois não imaginavam que tivesse tal efeito.

Alongamento muscular.

Sabe-se, nos círculos mais informados, que o alongamento ou streching é, nada mais, nada menos, que um segmento do Yôga denominado ásana (pronuncia-se ássana). Por isso, quem detém o melhor know-how de alongamento é o pessoal do Yôga.

Desenvolvemos no Yôga um método de alongamento a frio que é muito mais eficiente a ainda nos garante duas coisas com as quais todo desportista sonha:

  1. proteção quase infalível contra distenções (mesmo praticando esportes sem o aquecimento prévio);
  2. o desportista não sai de forma quando precisa interromper os treinos (dependendo do esporte, pode manter o atleta relativamente em forma até durante anos sem treinar).

Graças ao perfeito domínio técnico deste know-how, temos treinado muitos desportistas, dançarinos e lutadores, com resultados bastante animadores. Se você quiser conhecer o método ou seu não acredita que funcione, aceite o convite de vir praticar um pouco de Yôga e dê adeus ao fantasma da distensão…

Flexibilidade x musculação.

É verdade que quanto mais musculado, com menos flexibilidade você fica? Isso é apenas uma meia verdade.

Primeiro, vamos entender o que é a flexibilidade. Muita gente confunde alongamento muscular com flexibilidade. Ocorre que esta compreende uma série de fatores dos quais os músculos são só uma parte.

É geralmente aceito que o músculo muito alongado perde em força e que o músculo muito forte perde em alongamento. Contudo, se você souber trabalhar o seu corpo, vai obter músculos fortes e bem alongados, simultaneamente. Um bom exemplo disso é a ginástica olímpica.

O Yôga possui uma divisão de técnicas que desenvolvem a musculatura de forma extremamente harmoniosa, conferindo domínio até de músculos considerados involuntários, o que contribui para uma performance superior em qualquer esporte, dança ou luta. E ainda garante uma proverbial flexibilidade articular e muscular, obtidas mediante a eliminação de tensões localizadas, a conscientização de grupos musculares e as permanências maiores no ponto culminante de solicitação.

Se você não quiser experimentar o Yôga por ter alguma espécie de preconceito, lembre-se de que outros desportistas não estão tendo reserva alguma e vieram aliar o Yôga ao esporte. Então, mesmo que você não pratique Yôga, terá a oportunidade de confirmar a superioridade de quem pratica… ao competir com ele!

Competição.

Você já observou que mesmo com o corpo em repouso, quando fica nervoso a respiração acelera? É comum as pessoas ficarem ofegantes quando emocionadas por um grande susto, medo, raiva ou nervosismo – como, por exemplo, antes de uma competição ou campeonato.

Muito antes de você pôr os músculos a trabalhar, o coração já está acelerado, a musculatura pré-intoxicada e o corpo cheio de adrenalina, tudo isso com uma antecipação prejudicial. O resultado é uma considerável perda de energia e uma queda de rendimento, só por nervosismo e stress. Lá se vai o fôlego por falta de controle emocional. Lá vem uma distensão só porque você estava tenso demais e contraiu muito a musculatura. Quantas medalhas e troféus foram perdidos por causa disso! Se você fizesse Yôga, isso não aconteceria.

Bem, há muitos efeitos, mas vamos ficar por aqui pois não queremos despertar um excesso de atenção do leitor para os efeitos, uma vez que não é essa a tônica que queremos enfatizar.



[1] Este autor aprecia e pratica diversos esportes, mas está consciente dos riscos a que submete sua coluna, ligamentos e articulações ao dedicar-se por prazer a essas modalidades.

[2] Stress é o estado psico-orgânico produzido pela defasagem entre o potencial do indivíduo e as exigências que ele precisa enfrentar. Para administrá-lo, não nos limitamos a proporcionar relaxamento. Muito mais importante é aumentar a energia do praticante para que o seu potencial aumente e possa enfrentar o desafio de cima para baixo.

 

Texto extraído do tratado de Yôga- DeRose

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