Nova lei de proteção aos animais em Portugal.
Saiba mais deste precito no Blog do Fretta ou no blog Livre Pensar do Yôga, com texto do Instr. Fábio Euksuzian: Esclarecimentos sobre o tão violentado ahimsá.
Segue um trecho para ilustrar:
Em minha opinião, ahimsá é, antes de mais nada, um intenso treinamento de tapas, termo sânscrito que significa literalmente calor, arder, mas que comumente é traduzido como auto-superação, pois designa em um certo sentido, um controle sobre nossos condicionamentos. Por exemplo, desde crianças aprendemos, muito mais pela observação (e essa é uma das mais eficazes técnicas de ensino) que é normal e natural fofocar sobre a vida alheia, espargir maledicências sem necessidade, odiar o trabalho que nos dá sustento, reclamar o tempo todo de tudo e de todos, desejar que o outro esteja sempre um degrau abaixo de você, fazer mecanicamente o que não se gosta, e por final, aniquilar qualquer bichinho que cruze o nosso caminho (quem quando criança, nunca pisoteou uma formiga ou exterminou um tatu bola, simplesmente porque era o que todos faziam?). Enfim, todas as situações acima são graus diferentes da não observância de ahimsá. Portanto, para que o nosso voto seja realmente verdadeiro e transformador com relação aos animais, ele deve estar perpetrado amorficamente em nossos corações, sem qualquer restrição ou pré-conceitos, passando por pensamentos, palavras, ações e hábitos. Não pense que a tarefa é fácil, pois não é, e digo isso por experiência própria.
SÊVÁ
Na Índia, antes de ensinar verdadeiramente o Yôga a um candidato a discípulo, o Mestre submete-o a uma série de provas para testar a sinceridade, a vontade e principalmente a lealdade do sádhaka. Contam pontos de conceito também a combatividade do aluno na sua disposição em defender sua escola e seu Mestre. Ao receber o pedido de admissão de um aspirante a discípulo, é comum o Mestre designar-lhe apenas serviços duros e vulgares. O candidato que for aceito, ingressa na escola, mas, inicialmente, apenas para varrer o chão, limpar os banheiros, lavar os pratos, fazer a comida, etc. Nenhuma técnica objetiva de Yôga lhe é ensinada. Caso o pretendente a discípulo não tenha suficiente amor pelo Mestre e capacidade de auto-entrega a ponto de aceitar tudo sem nada questionar, em pouco tempo estará pedindo uma entrevista com o Mestre, na qual questionará por que ele só lhe dá serviços banais e não ensina o Yôga. Se isso ocorrer o Mestre responderá: – O que lhe está sendo ensinado é Karma Yôga, portanto uma modalidade de Yôga. Sem uma boa assimilação do Karma Yôga, nenhum outro tipo de Yôga poderá ser aprendido. Como todas as atitudes do sádhaka pesam em sua constante avaliação de mérito, a partir de um tal questionamento o Mestre passará a exigir muito mais e a conceder muito menos a esse aspirante que já começou mal, dando provas de pouca aceitação. Por outro lado, se o aspirante a tudo acata, e cumpre com alegria as tarefas atribuídas a ele, passadas algum tempo o Mestre aceita-o como discípulo e começa a lhe passar ensinamentos da etapa que se segue ao Sêvá e que se denomina Parampará.
Círculo de Leitura Interativo. Olá amigo, estamos com uma novidade interessante, é o círculo de leitura interativo. Nele, você poderá participar através de seus comentários. Todos os meses, vamos selecionar um trechinho de um de nossos livros e vamos gravar a leitura para compartilhar com você. Para isso gostaríamos que você participasse dando dicas e comentando os assuntos abordados. É um trabalho interessante e muito gostoso de se fazer. O vídeo é amador, pesquisando o radical da palavra amador, descobri que é aquele que faz com amor, portanto não repare tanto no amadorismo fisionômico, porque é claro que pretendo melhorar. Esta é uma versão beta, somente para os amigos. Aos poucos vou aperfeiçoando; Beijos do Fretta e até a nosso próximo encontro.