SIDEBAR
»
S
I
D
E
B
A
R
«
Invisible children
mar 8th, 2012 by Fretta

Vc sabe com quem está falando?
fev 21st, 2012 by Fretta

O Chamado
dez 29th, 2011 by Fretta

Conexões
dez 19th, 2011 by Fretta

Bruce Lee fala sobre meditação
nov 20th, 2011 by Fretta

A Vida em um Dia: assista ao épico filme do YouTube agora mesmo
nov 1st, 2011 by Fretta

Com 26 diretores, 80.000 clipes de vídeo e 4.500 horas de material fornecido por crowdsourcing, ele tinha todo o potencial de ser uma bagunça. Em vez disso, o filme Life in a Day é tão profundo, intenso e inspirador quanto seu assunto – a vida, mais especificamente a vida no dia 24 de julho de 2010.

O filme foi produzido por Ridley Scott (Alien, Gladiador) e reúne vídeos curtos enviados ao YouTube pelos usuários. Ele chega ao YouTube hoje, depois de ser exibido em festivais. Você pode assisti-lo com uma de 25 legendas – inclusive português – mas as palavras não são tão importantes como as imagens: o amanhecer, o entardecer, entre a luz e escuridão. Há momentos que consideramos como únicos, e outros que todos já vivenciamos antes, e que nos conectam.

O filme é uma visão que abrange tudo no mundo, como o vemos e como o capturamos. Com certeza ele merece 1h30 da sua atenção.

Gayatrí
out 26th, 2011 by Fretta

Os laços que nos afetam
out 23rd, 2011 by Fretta

No filme Na Natureza Selvagem, o jovem Christopher McCandless se rebela contra a família e parte, sem avisar ninguém, para uma aventura pelos Estados Unidos. Coloca fogo em seu dinheiro, abandona o carro e segue pedindo carona, contando com a ajuda de desconhecidos. Seu objetivo é chegar ao Alasca, onde pretende viver a maior das aventuras: ficar, finalmente, sozinho, longe da hipocrisia das pessoas. Chris atinge seu objetivo e chega a uma floresta coberta de neve, onde vive só por semanas. Ao final, porém, quando está prestes a voltar, a corrente de água que era apenas um fio quando ele chegou se tornou um rio caudaloso, e ele não consegue atravessar; acaba morrendo de fome, sozinho, na natureza. Baseada em uma história real, que virou livro nas mãos de Jon Krakauer, a saga de Chris tem uma ironia sutil. Em seu caminho para se distanciar das mentiras da sociedade, acaba conhecendo pessoas que marcam sua vida, e a quem ele também encanta profundamente. O casal de hippies, a jovem que flerta com ele, o amigo fazendeiro, o senhor que enxerga nele o filho que não tem: são muitos os laços que Chris constrói pelo caminho, enquanto discursa sobre os benefícios de ficar sozinho na natureza selvagem. Sem perceber, o jovem recebe ajuda, carinho e afeto das pessoas, a quem ele julga tão acidamente. Ele influencia e é influenciado, ama e é amado.
Os laços que Chris desenvolve, mesmo quando acredita estar partindo para uma vida solitária, evidenciam uma característica do ser humano, muitas vezes negligenciada por nós: somos seres sociais. “É impossível existirmos apenas como indivíduos. Quando nascemos, já nascemos em sociedade”, diz a terapeuta existencial e professora de filosofia Dulce Critelli, da PUCSP. “Aprendemos tudo ao olhar outros seres humanos: a andar, a comer, a falar”. Compare com um cachorrinho, por exemplo. Se o retiramos de junto de outros cães e o colocamos para viver com os humanos, ele ainda assim apresentará características caninas: abanará o rabinho, latirá. Já o homem não: se o retiramos do convívio humano ao nascer, suas ações serão completamente diferentes. Podemos alimentar, como Chris, o ideal da autossuficiência e do individualismo, a ideia de que somos completamente livres e autônomos. Mas o ser humano, isolado, não existe; frágeis demais para sobreviver sozinhos, fomos programados biologicamente para viver em comunidade. Precisamos uns dos outros para viver. Para além dessa interdependência, existe a influência: as coisas que sentem e pensam as pessoas que amamos afetam nossa maneira de pensar. Isso é fácil de perceber em algumas instâncias. Se nosso parceiro gosta de cinema alemão, por exemplo, é provável que vejamos juntos alguns desses filmes, e como resultado eu posso acabar gostando deles também. O que é mais difícil é ver que pessoas que sequer conhecemos também têm uma influência profunda em nossa vida. A extensão desses laços tem implicações mais profundas do que nos acostumamos a imaginar.


Melancolia contagiosa

Sabe quando você está triste e nem sabe por quê? Tudo vai bem na sua vida, no emprego, a saúde está boa, mas de repente bate aquela dor no peito… Quando percebe, está deprimido. “Você não sabe, mas alguma perturbação pode estar acontecendo na sua rede”, diz o pesquisador e netweaver Augusto de Franco. O amigo do amigo do seu amigo pode estar tendo algum problema, e esse sentimento se transmitiu, como um vírus, até você, que não o conhece. Quando diz “rede”, Franco não está falando das mídias sociais, como Facebook e Twitter; ele se refere aos grupos dos quais as pessoas fazem parte, grupos dentro dos quais elas têm laços com outros participantes. Estudioso do tema, o papel de Franco como netweaver é tecer redes, ou seja, fomentar conexões, criar espaços e ferramentas em que as pessoas possam interagir. Pode ser um site, um evento, um projeto.
Para o médico e pesquisador de Harvard Nicholas Christakis, o estudo das redes sociais veio após observar fenômenos de saúde. Você deve conhecer alguma história em que um idoso morre e, pouco tempo depois, seu companheiro também falece. É o que os médicos chamam de “efeito do viúvo”, e acontece porque os laços foram cortados, deixando as pessoas desamparadas, o que acaba se manifestando em doenças e acidentes diversos. Estudando esse efeito, Christakis começou a se perguntar se as consequências da interrupção, e do fortalecimento, dos laços sociais também seriam fortes para outros tipos de relações, como de amizade, de parentesco e, finalmente, com pessoas que nem conhecemos.
Pesquisa após pesquisa, ele foi comprovando a força dos laços na vida das pessoas. Uma de suas primeiras descobertas foi sobre como as emoções podem ser surpreendentemente contagiosas. Um exemplo foi o estudo realizado com alunos de faculdade que, designados para dividir o quarto com colegas moderadamente deprimidos, foram ficando mais e mais deprimidos ao longo de três meses. Pode parecer estranho, mas tristeza “pega” que nem gripe: mesmo que nada de errado esteja acontecendo na sua vida, o astral do outro pode interferir no seu.
Ansiedade e felicidade também se alastram feito fogo pelas redes. Ter amigos felizes aumenta nossa chance de felicidade mais do que ganhar mais dinheiro. E, se esses amigos tiverem amigos felizes, nossa chance fica ainda maior. O curioso é que, estando contentes, acabamos atraindo mais amigos, que por sua vez também vão contribuir para o nosso bem-estar. É uma espiral ascendente positiva. Até mesmo o contato com desconhecidos pode nos afetar, como pode atestar qualquer um que saiu satisfeito de um restaurante depois de ter sido atendido com um sorriso. Nosso cérebro foi treinado para a empatia, para sentir o que o outro está sentindo, para imitar, mesmo sem perceber, as emoções e expressões faciais de quem está à nossa volta.
Se ela come, eu como
Hábitos, vícios e comportamentos também passam de pessoa para pessoa. Obesidade, por exemplo, contagia: se pessoas a sua volta começam a engordar, as chances são de que você engorde também. Isso pode acontecer por uma série de fatores. Dois amigos passam a frequentar uma nova lanchonete, por exemplo, e o hábito contribui para aumentar a circunferência das cinturas de ambos. Ou então, simplesmente, ao ver que uma amiga engordou, você pode mudar seus conceitos do que é aceitável em termos de peso, e achar que tudo bem engordar mais um pouco. Nesse caso, o que se transmite pela rede é um padrão. A colunista americana Ellen Goodman escreveu: “Anoréxicas profissionais como Kate Moss e Victoria Beckham podem apresentar um ideal de encolhimento impossível. Mas na vida real nós nos comparamos é com nossas amigas”. Claro que nem todos irão engordar, pois influências vindas de todo lado atuam ao mesmo tempo; mas a probabilidade fica maior a cada amigo que ganha uns quilinhos. Parar de fumar é outro comportamento que se reproduz pelas redes. É como se jogássemos uma pedra na água e observássemos as ondas reverberando a partir do lugar onde ela caiu.

 

A seis graus de Kevin Bacon

Mas até que ponto essa influência se estende? Será que afetamos apenas nossos amigos e os amigos deles, ou isso se estende ainda mais longe? Segundo Christakis, em seu livro Connected (“Conectados”, ainda não publicado no Brasil), a influência continua até três graus de separação (seu amigo está a um grau de você, o amigo do seu amigo está a dois graus, e assim por diante). Depois disso, o efeito some.
Tudo começou com a teoria dos seis graus de separação, testada nos anos 1960 pelo psicólogo Stanley Milgram. Na pesquisa, algumas centenas de pessoas que viviam no estado americano de Nebraska deveriam entregar uma carta a um executivo de Boston, a 1600 km de distância. Elas deveriam enviar a carta para alguém que conheciam pessoalmente, que teria mais chances de ter algum contato com o tal executivo, e essa pessoa então entregaria para alguém que conhecia, e assim sucessivamente. O objetivo era ver quantos nós havia na rede até que a carta fosse entregue; a média foi seis, resultado repetido em experimentos posteriores. Isso até gerou brincadeiras como o joguinho A Seis Graus de Kevin Bacon, em que as pessoas descobriam a rede de contatos que precisavam ativar para chegar ao ator americano.
Se ações e hábitos se espalham a três graus, é aí também que costumamos recorrer para encontrar nossos parceiros amorosos. A Pesquisa Nacional da Saúde e da Vida Social dos Estados Unidos de 1992 descobriu que 68% das pessoas conheceram seus companheiros depois de terem sido apresentadas por um amigo em comum. Gostamos de achar que somos livres para escolher, e a ideia de um casamento arranjado, como os de antigamente, nos dá calafrios. Mas nossas redes sociais acabam funcionando como casamenteiras. Um amigo dá uma festa, e lá ele nos apresenta alguém; nessa introdução, dirá alguma coisa que temos em comum, como o fato de colecionarmos cavaquinhos ou gostarmos de literatura russa do século 19, e assim é mais fácil engatar uma conversa.

 

Poderosos laços fracos

A história de como conhecemos nossos amores evidencia outro ingrediente poderoso das redes: a força dos laços fracos. Os laços fortes são os mais íntimos: melhores amigos, família, parceiros. Já os fracos são as pessoas menos próximas. Na hora de achar uma paixão, conseguir um emprego ou encontrar parceiros para projetos criativos, é nesse lago que mergulhamos; a pocinha dos nossos conhecidos imediatos pode não ter nenhuma cara-metade, ou não ter um trabalho quando você precisa de um, mas ampliando a rede para os conhecidos e para os conhecidos deles, nossas chances aumentam.
Nos tempos de hoje, os graus de separação entre as pessoas estão diminuindo. Com a internet, temos mais conhecidos, pessoas a quem nos relacionamos por laços fracos. Ninguém tem de fato 300 melhores amigos, mas podemos manter contato com todas essas pessoas pela web. E, vendo as pessoas que elas conhecem, o mundo fica menor. Estamos cada vez mais próximos uns dos outros (e de Kevin Bacon, por extensão). As consequências disso são inúmeras. A forma como nos organizamos em redes está mudando. Antes hierarquizada, com estruturas centralizadas (em que o operário da linha de produção não tinha acesso ao presidente da empresa, por exemplo), a sociedade caminha para uma organização em redes distribuídas. “Com todos interligados, as pessoas interagem mais. E, interagindo, estão cooperando”, diz Franco. Hoje, por exemplo, é possível ter uma ideia e financiá-la por meio de crowdfunding, ou seja, muitas pessoas doam um pouquinho e a soma viabiliza o projeto. É o caso do site Catarse. me, uma plataforma para o financiamento de projetos criativos. É a antiga vaquinha, mas bem mais organizada e consciente do poder do coletivo.

 

Você com isso

O crowdfunding evidencia uma das vantagens de sermos sociais: se sofremos influência, também influenciamos. Nossos atos motivam e inspiram outras pessoas. Em seu livro O Ponto da Virada (Ed. Sextante), o pensador Malcolm Gladwell fala do tipping point (“ponto da virada”), o momento decisivo em que uma ideia, um comportamento, um produto ou uma mensagem se alastram. Uma pessoa faz um ato positivo, influencia outra, e de repente vemos um boom de atos positivos. “Basta uma pequena ação inicial para causar uma grande perturbação na rede”, diz Franco. Assim, votar no candidato em que você acredita ou levar uma caneca para beber água no trabalho não são apenas pequenas ações isoladas: elas reverberam e influenciam pessoas. Tudo o que você faz conta. Nas relações, também, está a chave para nossa felicidade. Foi isso que Chris percebeu, pouco antes de ver que não poderia atravessar o rio para voltar para casa, em Na Natureza Selvagem. As semanas que passou sozinho fizeram com que valorizasse os laços que deixara para trás. Já fraco, ele escreve nas páginas de um livro: “A felicidade só é real quando compartilhada”. Um clichê, mas, no caso do ser humano, um clichê doloroso, e felizmente, real.
Steve Jobs era o cara
out 6th, 2011 by Fretta

“Você pode encarar um erro como uma besteira a ser esquecida, ou como um resultado que aponta uma nova direção”. Steve Jobs
Steve Jobs era o cara. Na Apple ele revolucionou a indústria de microinformática, música, entretenimento, telefonia, computadores portáteis e aplicativos móveis entre outras.
A frente da Pixar, ele revolucionou a indústria do cinema. Steve Jobs comprou a Pixar quando ela era apenas um pequeno estúdio de criação gráfica, e transformou os caras no melhor estúdio de animação gráfica da história do cinema. Alguns anos depois a Disney comprou a Pixar, e o Steve Jobs se transformou no maior acionista individual da Disney Corporation.
Mas voltando a Apple, nenhuma outra empresa transformou tantas indústrias diferentes em tão pouco tempo como a Apple fez.
Em 1997, quando Steve Jobs retornou a Apple, a empresa estava falida. Quebrada. Em apenas 10 anos, ele transformou a Apple em uma empresa de 100 bilhões de dólares de faturamento anual, e colocou 70 bilhões de lucro no caixa da empresa. Hoje a Apple tem mais dinheiro em caixa do que o próprio governo dos EUA.
Jobs foi o cara!

Autossuperação vídeo
set 20th, 2011 by Fretta

“Sempre há limites. Eu não conheço os meus.”.Usain Bolt

Para ativar a legenda, clique em CC no vídeo e peça para transcrever o  aúdio e depois para traduzir para o português, não é a melhor opção, mas para quem não entende nada de inglês serve.

 

O Poder do Foco
set 15th, 2011 by Fretta

Assista esta incrível palestra que mostra como o seu foco pode produzir um estado de bem estar denominado “flow”.

Consumo
set 15th, 2011 by Fretta

Percepção, paradigmas e a sorte…
set 7th, 2011 by Fretta

É muito difícil prestar atenção em todas as informações ao nosso redor. Somos bombardeamos com informações o tempo todo, e só vemos, realmente, aquilo que de fato nos interessa.

A mente portanto realiza um processo de foco consciente em determinados aspectos de nossa realidade, mas pode também capturar inconscientemente muitas outras informações.

Infelizmente, muito de nosso sucesso em realizar atividades, desenvolver habilidades e memorizar fatos é realizado no nível consciente, que precisa de foco.

Preste atenção neste vídeo, e observe um grupo de homens e mulheres brincando com uma bola de basquete.

Agora continue a leitura e você ficará surpreendido com este explanação:

No livro A arte da inovação, de Ton Kelley, o autor diz que deveríamos agir todos os dias como se viéssemos de outro país, ou seja, ficarmos atentos ao que acontece ao nosso redor. No dia a dia, costumamos colocar uma espécie de venda nos olhos, e escolher sempre os mesmos caminhos, raramente parando para olhar em volta. Mas com um viajante em um país desconhecido, você vê o mundo com novos olhos, novos paradigmas e aumenta muito a intensidade de suas experiências. Antenado em tudo ao seu redor, você encontra coisas fascinantes a cada esquina.

Mesmo em nossas cidades devemos sempre olhar para as oportunidades ao nosso redor, e isso exige bastante esforço. Temos que nos reeducar, e mesmo assim perdemos informações que estão bem  diante do seu nariz.

Se você assistiu o vídeo, poderá saber o número de vezes que o time de camisa branca passou a bola, mas não tem a menor ideia de que uma pessoa vestida de urso passou pela tela andando como se estivesse na lua.

Da próxima vez, que você for a um local bastante conhecido por você, como um shopping do seu bairro, observe os detalhes que normalmente são invisíveis nas lojas ou cafés, percebe os aromas, as texturas das paredes, as cores do ambiente, as maneira como os vendedores abordam seus clientes, você vai ficar impressionado com a quantidade de informação que pode absorver.

Que tal, fazer isto, observar mais os detalhes ao seu redor para melhorar a decoração da sua Unidade, ou da sua casa?Desenvolvendo várias percepções olfativas, sonoras e visuais, para que as pessoas tenham experiência indescritíveis junto a você.

Oi ainda, estando mais apto as oportunidades que estão estão o tempo todos nos rodeando.

Tina Seelig, em seu livro: Se eu soubesse aos 20….  tem um conceito para sorte que eu concordei plenamente: o que ela chama de sorte é o fato de que, se as pessoas estiveram mais ligadas nas situações cotidianas, podem tirar vantagem das oportunidades do acaso. Em vez de se guiarem por uma linha reta, prestam atenção no que acontece ao redor, tirando maior proveito das circunstâncias.

Pessoas de sorte são também as mais flexíveis e abertas a novas possibilidades e sempre se dispõe a fazer coisas novas.

Pessoas de sorte também custumam ser otimistas e esperar sempre o melhor de tudo, o que faz com que a profecia se atorne autorrealizável, porque, mesmo quando as coisas não acontecem como esperado, pessoas com sorte encontram alguma maneira de extrair algo de positivo daquilo, mesmo nas piores situações.

Segundo a autora, ser observador, amigável, otimista e ter a mente aberta atrai a sorte.

Para mim, nada melhor do que o esforço, quanto mais eu me esforço, mais eu tenho sorte…

Ou ainda,  uma das minhas frases favoritas: “Sorte é o acontece quando a competência encontra a oportunidade”.  Não sei o autor,você lembra?

 

Beijos do Fretta

www.DeRoseBeiraMar.org/blog

Pontos positivos do aprendizado online
set 5th, 2011 by Fretta

Excelencia
set 5th, 2011 by Fretta

Nos tempos de nossos antepassados, quem tinha uma faculdade, tinha um futuro garantido.

 

»  Substance: WordPress   »  Style: Ahren Ahimsa