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Calendário do Espaço Cultural Fretta do Método DeRose
abr 10th, 2012 by Fretta

Eu escolho ter responsabilidade sobre minha vida.
abr 8th, 2012 by Fretta


Alguns meses atrás, relatando sobre paradigmas, perguntei aos alunos de SwáSthya o que eu  segurava a mão “O que é isto?” Depois de olharem um pouco perplexos por eu perguntar algo tão óbvio, eles respondem em coro: “um pedaço de giz”. Quando eu pergunto como eles sabem que é um pedaço de giz, eles geralmente respondem: “Porque eu posso ver!”

Do ponto de vista da mecânica do processo da visão, o que na verdade ocorre quando nós “vemos” um pedaço de giz é que há um certo padrão de ondas de luz refletidas. Esta energia refletida é recebida pelos receptores de sentido nos nossos olhos, então é convertido em energia eletroquímica e finalmente é mandado ao nosso cérebro para ser interpretado. Então quando “vemos” um pedaço de giz, o que nós estamos vendo é a nossa interpretação interna de estímulos externos, sendo filtrados pelo nosso individualizado aparato físico. Indo mais longe, uma vez que o estímulo chega ao cérebro para ser interpretado, os indivíduos são capazes de um grande número de interpretações alternativas, dependendo de sua educação, seu passado cultural, suas características pessoais e sua experiência individual. Então nós podemos ver e ouvir nossos cérebros, não apenas nossos olhos e ouvidos.

Quando nós vemos um mapa do Brasil, nós entendemos que o mapa não é realmente o Brasil, mas uma mera representação gráfica dele. Nossa percepção da realidade trabalha na mesma maneira. O que nós vemos, ouvimos, cheiramos, tocamos não é o mundo “real”; ao contrário, é nossa percepção interna e única daquela realidade.

Logo, duas pessoas podem viver o mesmo evento, mas descrever duas experiências completamente diferentes, como a seguinte história do Japão ilustra.

Desde que ele crie e vença uma discussão sobre Budismo com aqueles que ali vivem, qualquer monge pode continuar no templo Zen. Se ele for derrotado, ele tem que ir embora.

Em um templo… dois monges irmãos estavam vivendo juntos. O mais velho era sábio, mas o mais novo era meio estúpido e só tinha um olho.

Um monge, que por ali vagava, veio e pediu abrigo, e os desafiou para um debate… O mais sábio, cansado naquele dia por ter estudado muito pediu ao mais novo para tomar seu lugar. “Vá e peça o diálogo em silêncio”, ele avisou.

Então o monge mais jovem e o estranho foram para o santuário e se sentaram. Pouco tempo depois o viajante se levantou e foi ao irmão mais velho e disse: “Seu irmão mais novo é um sujeito maravilhoso. Ele me derrotou.”

“Relate o diálogo para mim”, disse o mais velho. “Bom”, explicou o viajante, “Primeiro eu levantei um dedo representando Buda, o iluminado. Então ele levantou dois dedos significando Buda e seus ensinamentos. Eu levantei três dedos, representando Buda, seus ensinamentos e seus seguidores vivendo uma vida de harmonia. Então ele esfregou seu punho fechado em meu rosto, indicando que todos os três vieram de uma realização. Então ele venceu e eu não tenho direito de permanecer aqui.” Com isto, o viajante foi embora.

“Onde está aquele sujeito?”, perguntou o mais novo, correndo na direção de seu irmão mais velho.
“Eu entendo que você venceu o debate”.
“Não venci nada. Eu vou bater nele”.
“Me conte o assunto do debate”, pediu o mais velho.
“Porque, no primeiro minuto eu vi que ele levantou um dedo, me insultando e insinuando que eu tenho apenas um olho. Já que ele era um estranho eu pensei que seria educado para ele, então eu levantei dois dedos, congratulando-o por ter dois olhos. Então o mal educado levantou três dedos, sugerindo que entre nós só tínhamos três olhos. Então eu fiquei nervoso e comecei a bater nele, mas ele correu e isso acabou com tudo!” Já que toda a realidade é, definitivamente, uma experiência interna, já que a experiência interna depende de nossos pensamentos e já que nós temos controle de nossas mentes graças a esta incrível coisa que chamamos de pensar, nós somos responsáveis pelos resultados de nossos pensamentos. Ainda que muitas pessoas venham a acreditar que nossos pensamentos são causados por uma realidade exterior, a verdade é que nossos pensamentos causam a nossa realidade. Realmente, nosso pensamento é energia, e ele começa a produzir a si mesmo fisicamente no momento de sua concepção.

O processo de criação de realidade com nossos pensamentos, que talvez seja mais óbvio em trabalhos de artistas e inventores, é uma característica humana comum. Isto é, quando Thomas Edson imaginou a lâmpada pela primeira vez, não era ainda um fato físico que ela pudesse iluminar a sala na qual eu escrevo esta página. Para tornar a idéia de uma lâmpada um objeto útil, inúmeras mudanças precisaram ser feitas na sociedade; como a colocação de cabos elétricos por todo o país para a passagem da eletricidade, além de desenvolver a manufatura, distribuição e rede de vendas. Mas hoje, um século depois que as primeiras lâmpadas foram produzidas em massa, a idéia de Edson pode ser comprada em qualquer loja e o mundo moderno não consegue ser imaginado sem as luzes elétricas.

Todo mundo muda constantemente o perfil de seu mundo com seus pensamentos, quaisquer que sejam, uma vez que o mundo no qual vivemos é sempre filtrado pelas crenças, pensamentos e emoções individuais. Então, o caminho para o fortalecimento começa no mesmo lugar para todos – no reconhecimento da responsabilidade pessoal:

O primeiro passo para o fortalecimento e a aquisição do que você quer da vida é ter total responsabilidade sobre o modo como a sua vida está agora, neste segundo. Mesmo que você não tenha conscientemente controlado seu passado, o grau que você tem de responsabilidade pelo seu presente vai determinar o que você consegue no futuro. Ter responsabilidade vai te dar o poder de escolher como você quer que seu futuro seja.

 

Um Yôga que não é Zen – Texto do escritor DeRose

Nosso trabalho não é “zen”[1]. Nossos alunos e instrutores são engenheiros, advogados, médicos, arquitetos, cientistas, universitários, artistas plásticos, escritores, intelectuais e atletas. Nenhum deles é adepto de seitas ou modismos alternativóides nem naturébas. Atuamos com profissionalismo, pagamos nossos impostos, participamos de ações sociais e estamos inseridos na sociedade como qualquer outra pessoa. Basta olhar – sem preconceito! – para um dos nossos praticantes e constata-se que ele não tem nada de “zen”. Aliás, todos nós lamentamos a desinformatite quando lemos uma matéria jornalística e encontramos alguma referência discriminatória que nos classifica aleatoriamente como “zen” sem que tenhamos dado motivo algum para essa generalização.

Em novembro de 2005 um importante jornal carioca noticiou que o restaurante Doce Delícia, do Leblon, estaria inserindo no cardápio um prato intitulado Strogonoff DeRose. Sem mais pensar a respeito, o texto passa a declarar: “O Strogonoff Zen (que leva parmesão, mozarela e provolone ao molho cremoso de tomate, noz-moscada, champignon e palmito) foi criado em homenagem ao Mestre DeRose [...]”. De onde o estimado jornalista tirou a qualificação “zen”? Será que algum daqueles queijos era naturéba? Será que era o molho de tomate, o champignon, o palmito? Ou será que era por ser em homenagem ao Mestre DeRose, que tem seu nome associado ao Yôga e o redator já havia decidido que sendo Yôga tem que ser “zen” e está acabado?

Na mesma semana, a maior revista do país publicou sobre nós uma belíssima reportagem que começa assim: “O agito na Praia de Ipanema vai abrir espaço para uma prática zen [...]”. Como assim? Não era uma prática “zen”! Era uma prática de SwáSthya Yôga, a modalidade mais avessa a atitudes estereotipadas e a comportamentos esquisitóides.

Na mesma semana, um dos mais importantes jornais de São Paulo publicou a matéria intitulada Yôga com elegância, a respeito de um livro meu. A matéria foi muito bem escrita e extremamente simpática. Mas… quando menos se espera, saído do nada, leio “Yôga são boas maneiras, simplifica o Mestre DeRose, ao ser perguntado [...] sobre o que, afinal, o milenar sistema filosófico e ritualístico indiano tem a ver com etiqueta”. Como assim ritualístico? De onde saiu essa dedução? Eu não disse nada que pudesse induzir a tal interpretação, nem encontrei essa palavra em nenhum dos meus 22 livros. É que sendo Yôga cai imediatamente na caixa preta, num drive com defeito de formatação.

Tudo isso ocorreu na mesma semana, em três das mais importantes publicações jornalísticas do país, escritas pelos mais informados jornalistas. Conclusão: é preciso fazer alguma coisa, é urgente tomar alguma providência para esclarecer a opinião pública de que o Yôga, ou pelo menos o SwáSthya Yôga, não tem nada de “zen” e não se encaixa em nenhum estereótipo ou modismo contemporâneo.

 


[1] Zen é a denominação de uma variedade de budismo especialmente desenvolvido no Japão. Não tem nada a ver com o Yôga nem com a Índia. Budismo é uma religião. Yôga é classificado como filosofia. O budismo é uma heresia do hinduísmo. O Yôga é um dos seis dárshanas, pontos de vista formais do hinduísmo. Logo, por extensão, o budismo poderia ser interpretado como uma heresia perante o Yôga hindu. Se analisarmos por esse lado já percebemos que é uma contradição qualificar o Yôga como Zen. Contudo, se quisermos invocar a gíria que denomina “zen” qualquer coisa que seja oriental, estranha, naturéba, alienada, caricata, pior ainda, pois os praticantes de Yôga são engenheiros, advogados, médicos, arquitetos, gente jovem, saudável e dinâmica.

O trabalho que é realizado no Espaço Cultural Fretta
abr 1st, 2012 by Fretta

A vida não começa quando se nasce. Começa quando se desperta.

Quando adquirimos a consciência de nós mesmos e sentimos que alguma coisa mudou na nossa maneira de ver o mundo, na forma de nos relacionarmos e também na forma como trabalhamos.
Entretanto, as conquistas não ocorrem por acaso. Exigem treinamento e disciplina. Dependem muito das nossas escolhas, da prioridade que damos aos nossos sonhos, do que fazemos com o nosso tempo, dos relacionamentos pelos quais optamos, das contribuições que fazemos, dos sentimentos que experimentamos, de nossas aceitações ou rejeições.

Todas essas escolhas dependem da maneira como vemos a vida. A maioria das pessoas se desgasta em busca do sucesso a qualquer custo, sacrificando a vida pessoal, familiar e até afetiva. Para muitos o trabalho é a própria vida.

Mas será que precisa ser assim? Será que vamos conseguir tempo para tudo isso?
Alta Performance no trabalho é quando ele contribui para o equilíbrio da nossa própria vida! Quando somos bem sucedidos e ainda assim temos tempo para nós mesmos, para os amigos, para curtir a família e conseguir no final do dia não ficar com a cabeça no trabalho.
A verdade é que quase todos esses fatores levam ao desequilíbrio. Para evitar isso é necessário desenvolver disciplina, abrir espaço para criar novos hábitos e aprender a estabelecer relações que permitam confiar nas pessoas.

A intenção do nosso trabalho é:

1) ensinar a driblar esse processo natural e não ser engolido pelo dia-a-dia enquanto a vida passa despercebida.

2) ajudar o praticante a conquistar uma Alta Performance na vida pessoal, profissional, familiar e afetiva.

3) aperfeiçoar a prática, aprofundando-se no conhecimento destas técnicas milenares.

4) reeducação emocional e mental.

5) expandir a consciência e acelerar o processo de autoconhecimento e desenvolvimento interior.

Trabalho inspirado na consultoria do Prof. Rogério Brant, denominada Life Coach. 

 

Vc sabe com quem está falando?
fev 21st, 2012 by Fretta

A Elegância do Comportamento
fev 19th, 2012 by Fretta

Gostaria de compartilhar o texto abaixo que, segundo as referências que obtive, pertence a Henri Toulouse Lautrec (1864-1901), um pintor pós impressionista e litógrafo francês:


A Elegância do Comportamento

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza. É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, por exemplo.Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está. Oferecer flores é sempre elegante. É elegante não ficar espaçoso demais. É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer… porém, é elegante reconhecer o esforço, a amizade e as qualidades dos outros.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição…
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. É elegante a gentileza. Atitudes gentis falam mais que mil imagens…
…Abrir a porta para alguém é muito elegante… dar o lugar para alguém sentar… Oferecer ajuda… …Olhar nos olhos, ao conversar…
Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem enorme para a alma…
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social:
Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão desfrutá-la.
Abraços do Fretta

Palestra com Mario Sérgio Cortella
fev 3rd, 2012 by Fretta

Entrevista perdida de Bruce Lee
nov 26th, 2011 by Fretta

Bruce Lee é uma inspiração para qualquer um.
O cara era realmente fantástico.
A sua filosofia, seus pensamentos, podem ser aplicados na vida em si.
Venho colocar essas frases dele, que concerteza vocês irão aprender muito:

“Faça da pedra de tropeço, um degrau de subida. Transforme cada fato negativo, em uma experiência positiva.”

“Seja como a água que abre caminho através das pedras: não se oponha ao obstáculo; contorne-o!”

“Os que não sabem que caminham na escuridão, jamais verão a luz.”

“Conhecimento dá poder, mas só o caráter grangeia respeito.”

“Quem quiser vencer deve aprender a lutar, perseverar e sofrer.”

“A confiança nasce do conhecimento.”

“Empenhar-se ativamente para alcançar determinado objetivo dá à vida significado e substância.”

“Esvazie sua xícara primeiro, só então você poderá provar meu chá. Afinal de contas a utilidade da xícara está em poder esvaziar-se. Abra sua mente para receber novas idéias.”

“O caráter é para a alma, o que a aparência exterior é para o corpo.”

“Um homem sábio pode aprender mais com uma pergunta tola do que um tolo com uma resposta sábia.”

“Erros são sempre perdoáveis se você tiver a coragem de admiti-los.”

“Otimismo é a fé que conduz ao sucesso.”

“Se você acreditar que uma coisa é impossível, você a tornará impossível.”

“A vida é um processo constante de relacionamento.”

“Saber não é o bastante; precisamos aplicar. Querer não é o bastante, precisamos fazer.”

“Verdade libertadora é uma realidade somente, e na medida em que for experimentada e vivida pelo próprio indivíduo, é uma verdade que transcende estilos e disciplinas.”

“Um bom mestre poupa seus alunos de sua própria influência.”

“Entesouro a memória dos infortúnios passados. Eles acrescentam muito à minha fortaleza interior.”

“Crescer, descobrir… é algo que experimento cada dia, às vezes bom, às vezes frustrador… não importa! Deixe sua luz interior guiá-lo, para fora da escuridão.”

“Antes de estudar arte, um soco para mim era apenas como um soco, um chute apenas como um chute. Depois que estudei a arte, um soco não era mais um soco, um chute não era mais um chute. Agora que compreendi a arte, um soco é apenas como um soco, um chute apenas como um chute.”

“Não há nada de especial nesta arte. Tome as coisas como elas são. Soque quando tiver de socar. Chute quando tiver de chutar.”

“Meus seguidores em Jeet Kune Do, atendem a isso: todas as normas fixas são incapazes de adaptabilidade ou flexibilidade; a verdade está fora de todas as normas fixas.”

“O homem, criatura viva e criador individual, é sempre mais importante do que qualquer estabelecido estilo ou sistema.”

“Tanto quanto me lembro, eu sinto que tenho essa grande força criativa e espiritual dentro de mim, que é maior que a fé, maior que ambição, maior que confiança, maior que determinação, maior que visão. É tudo isso combinado. Meu cérebro torna-se magnetizado com essa força dominadora que tenho em minhas mãos.”

“Para mim 99% desse negócio de auto-defesa oriental é besteira. É jazz ornamental. É bom, mas não funciona.”

“Você simplesmente espere. Eu vou ser o maior artista chinês no mundo.”

“O futuro parece ser extremamente brilhante, com muitas possibilidades pela frente – grandes possibilidades. Como a canção diz: ‘Nós precisamos apenas começar’.”

“Desde que eu fui uma criança tenho tido esse impulso instintivo por expansão e crescimento. Para mim, a função e dever de um ser humano de qualidade é o honesto e sincero desenvolvimento de seu potencial.”

“O vazio é o que está no meio das coisas, o vazio inclui tudo não tem oponente, não exclui nem se opõe a nada, é um vazio vivo pois tudo emana dele, quem percebe este vazio, será preenchido com Vida, Força e Amor.”

“Esvazie sua mente seja amorfo sem forma como a água, se você coloca água em um copo,ela se torna um copo, se você a coloca em uma garrafa ela se torna uma garrafa, se você a coloca em uma chaleira, ela se torna uma chaleira, a água pode fluir mas também destruir, seja água meu amigo.”

“Conhecer os outros é sabedoria. Conhecer a si mesmo é iluminação. Quem sobrepuja os outros é forte. Quem sobrepuja a si mesmo é poderoso. Quem sabe o que possui o suficiente, é rico. Quem fica onde está, perdua. A perseverança é um atributo da vontade, morrer sem ser destruído é ser eternamente presente.”

“Você e o seu oponente são um só. Há uma relação de coexistência entre vocês. Você coexiste com seu oponente e torna-se complemento dele, absorvendo-lhe os ataques e usando a força dele para vencê-lo.”

“Ninguém pode fazê-lo sentir-se inferior sem o seu consentimento.”

“Há coisas que se diz calado.”

“A sabedoria vem do escutar, de falar vem o arrependimento.”

“A idéia jamais nasce sem causa, mas rara vez a causa é boa.”

“A verdadeira viagem da descoberta consiste em não novas paisagens, mas ter olhos novos.”

“Nem todos os otimistas, são profissionais de sucesso. Mas todos os profissionais de sucesso são otimistas.”

“Se desejamos progredir, não devemos repetir a história, mas fazer uma nova história.”

“Não é triste mudar de idéia, Triste é não ter idéia pra mudar.”

“Nunca se orgulhe de haver vencido a um oponente; que você venceu hoje, poderá lhe derrotar amanhã. A unica vitória que perdura é que se conquista sobre a própria ignorância.”

“Um lutador não se aperfeiçoa pra lutar, luta pra se aperfeiçoar.”

“Um lutador é aquele que possui inteligência para compreender aquilo que lhe ensinam e paciência para ensinar o que aprendeu aos seus semelhantes.”

“O bom líder é aquele que sabe ouvir, e o que sabe se fazer ouvir.”

“Com relação a outros estilos e escolas… não pense em termos de certo ou errado, melhor ou pior. Não seja contra ou a favor. Na encosta da primavera, não há melhor ou pior… os ramos floridos crescem naturalmente, uns longos, outros curtos.”

“Tanto quanto me lembro, eu sinto que tenho essa grande força criativa e espiritual dentro de mim, que é maior que a fé, maior que ambição, maior que confiança, maior que determinação, maior que visão. É tudo isso combinado. Meu cérebro torna-se magnetizado com essa força dominadora que tenho em minhas mãos.”

“Não tenha forma definida, seja como água parece frágil mas destrói rochedos. A água é a coisa mais forte da natureza.”

“Aprenda a se conhecer”

“O bom lutador de Kung Fu precisa ser simplificador.”

“Seja flexível como uma mola, mas embora não cedendo completamente”

“Ele que não sabe e não sabe que ele não sabe. Ele é um tolo – Evite-o.
Ele que sabe e não sabe o que sabe. Ele não sabe. Ele é simples – Ensine-o.
Ele que sabe e não sabe o que ele sabe. Ele é adormecido – Desperte-o.
Ele que sabe e sabe que sabe. Ele é sábio – Siga-o.”

“O que é um ator de qualidade? Para começar, não é um “astro”, que não passa de uma palavra abstrata e de um símbolo. Há mais gente querendo ser “astro” que ator. Para mim, um ator é a soma de tudo o que é – sua grande compreensão da vida, seu bom gosto, suas experiências de felicidade e de adversidades, sua intensidade, sua formação e muito mais. Como disse, a soma de tudo o que ele é.”

“Afinal, o que é um ator? Não é ele a soma final de tudo o que é – seu nível de compreensão, sua capacidade de cativar o público por ser verdadeiro na expressão de seus sentimentos pessoais diante do que a cena exige? É assim que se pode diferenciar esses artistas de artistas comuns. Nos Estados Unidos existe uma palavra para isso: “carisma”. O que você vê na tela é a soma total do nível de compreensão, dos gostos, da formação e da intensidade do ator.”

“Não há modo certo e modo errado em luta. O modo certo para um homem grande pode não ser o modo certo para um homem pequeno. O modo certo para alguém lento pode não ser o modo certo para alguém rápido. Cada pessoa precisa compreender seus pontos fracos e seus pontos fortes.”

“Não sou daqueles que não acreditam em amor a primeira vista, mas acredito em dar uma segunda olhada.”

“Não acredito em pura sorte. Você precisa criar sua sorte. Precisa estar atento ás oportunidades ao seu redor e tirar vantagem delas.

Mídia como Corpo Docente – Mário Sergio Cortella
nov 20th, 2011 by Fretta

Quando pensamos no campo da formação ética e de cidadania, os problemas na educação brasileira não são, evidentemente, um ônus a recair prioritariamente sobre o corpo docente escolar; há um outro corpo docente não-escolar com uma estupenda e eficaz ascendência sobre as crianças e jovens.

Mário Sergio Cortella – Mídia como Corpo Docente from Projeto Criança e Consumo on Vimeo.

Nosso pensamentos…nosso futuro.
nov 18th, 2011 by Fretta

Era uma vez …. um sacerdote que morava vizinho a casa de uma prostituta. Todo dia ao levantar de madrugada, como manda as escrituras, para antes do nascer do sol fazer seus rituais e orações podia observar a luz ainda acessa na casa da prostituta. Pedia a Deus que a perdoasse por levar uma vida tão impura.

 

Décadas se passaram entre os dois vizinhos que viviam aparentemente em respeito pela vida e rotina do outro. Quando o sacerdote morreu a prostituta já havia falecido alguns anos atrás. Qual não foi a surpresa do sacerdote ao ouvir sua sentença do guardião dos reinos celestiais de que teria que fazer ainda mais penitências lá para tornar-se merecedor dos reinos celestiais. Mas surpresa ainda maior, diga-se de passagem que o irritou profundamente, foi descobrir

qua a prostituta já habitava no reino celestial desde o momento que chegou lá, instantes depois de sua morte na terra.

- “Como pode ser uma coisa dessas?”, exclamou o sacerdote, “Por acaso esqueceram que ela era uma prostituta e eu um sacerdote que orava e praticava os rituais religiosos regularmente?”

- “Não, respondeu o guardião, tudo aqui foi cuidadosamente considerado. Veja bem, ela todo o dia antes de apagar a luz da sua casa e via a sua já há muito cedo acessa desejava de coração ardentemente para que um dia Deus lhe desse aquela pureza que via em seu religioso vizinho, por outro lado você, todo dia, orgulhoso de seu papel na terra susurrava “Pobre moça que Deus a perdoe!”

 

Esta párabola questiona aonde está a mente pura.

- Nos questiona: O que é a mente pura? Em quem reside a mente pura? Como a mente contaminada de orgulho e vaidade pode habitar na pureza?

Como a expressão da pureza que vem da mente pura, não está relacionada a nada (papel social) que fazemos neste mundo mas sim a atitude interior que está por detrás de cada ação.

O Curso com o Prof. Rogério Brant
nov 12th, 2011 by Fretta

O Curso com o Prof. Rogerio Brant foi surpreendente. Superou as expectativas de todos os presentes e eu fiquei impressionado com os fantásticos conceitos desenvolvidos por ele. Indico veementemente a todos que façam cursos com o Roger e que também solicite aos seus respectivos Diretores que organizem curso com ele. Em www.rogeriobrant.com.br você encontra a relação dos cursos deste estimado professor. As ondas de mudança positiva são enormes e eu estou extremamente satisfeito com o resultado. Seu carisma é simplesmente contagiante e as mudanças comportamentais são automáticas. Em algum momento, alguém comentou, muito perdeu aqueles que não vieram, realmente.

Enfim um filme sério sobre o Sámkhya (filosofia naturalista)
out 29th, 2011 by Fretta

Stephen William Hawking é um físico teórico e cosmólogo britânico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade. Doutor em cosmologia, foi professor lucasiano de matemática na Universidade de Cambridge
Depois de atingir a idade limite para o cargo, tornou-se professor lucasiano emérito daquela universidade.

Atualmente, Hawking encontra-se incapacitado em razão de uma esclerose lateral amiotrófica (ELA), que o impede de manter suas atividades científicas. Sua condição se agravou ao longo dos anos, e ele está quase que completamente paralisado.

Stephen Hawking revela sua visão pessoal e convincente sobre a maior dúvida da humanidade — quem o ou quê criou o universo em que vivemos?

Fenômenos naturais x fenômenos sobrenaturais

Como os Viking interpretavam o eclipse solar sem um explicação científica.

 

Como não se conheciam as leis da natureza, todos os fenômenos climáticas eram interpretados como um sinal divino.

O exemplo de uma partida de tênis e seus inúmeros acontecimentos físicos.

Como a igreja se sentiu ameaçada pela ciência e as decretou como heresias.

As ideias revolucionárias de Galilleu Galilei, suas respectivas descobertas, e sua punição.

 

Neste vídeo Stephen Hawking fala dos elementos para se fazer o universo: massa, energia e espaço, assim como fala também do notório cientista Albert Einstein e  sua famosa fórmula: E=mc², onde a massa pode ser pensada como uma energia e vice-versa, diminuindo os elementos do universo em apenas 2: Energia e Espaço, e de onde vem a energia?

Big Bang!

Podemos ir mais além, e observar as leis da natureza e compreender o universo.

 

Como o universo feito de energia e espaço pode se materializar a partir do nada?

Energia negativa! Observe a analogia do morro em cima de um terreno plano, o morro representará o universo, para construir o morro temos que cavar um buraco e usar a terra deste buraco. O buraco simboliza  a versão negativa do morro. A terra que estava antes no buraco agora esta no morro, então as coisas estão equalizadas. Este é o mesmo princípio do que ocorreu no início do universo.  Onde esta então a energia negativa do universo? No próprio espaço, deixando que tudo se iguale a zero!

 

Como sabemos que o positivo e o negativo resultam em zero, basta saber quem, ou que deu origem ao universo.  Na nossa vida diária, as coisas não se materializam do nada, como o universo surgiu? O que é o karma, a lei de causa e efeito? O que, de fato, teria causado o Big Bang? Mas uma vez a explicação vem de Einstein, e como o tempo e o espaço estão entrelaçados. A partir do Big Bang, surge o tempo, o que talvez não existisse antes. Imagine um buraco negro, e também um relógio se direcionando à ele, quanto mais perto ele se aproxima do buraco negro, mais devagar vai cronometrando o tempo, até que ao chegar dentro do buraco, o relógio para, porque dentro do buraco negro, o tempo, simplesmente não existe.

 

A medida que vamos voltando no tempo até o Big bang, o universo vai ficando menor, isto mostra que o universo esta em constante crescimento e aceleração.

Retroscedendo dessa forma, vamos chegar a uma partícula infinitezimalmente pequena e infinitezimalmente denso buraco negro. É impossível chegar a um tempo antes do Big Bang, porque não havia nada antes do Big Bang. Por tanto não pode ter havido algum criador, poque não existia tempo para que ele existisse.

Conclusão: Não existe paraíso e nem vida após a morte. Temos só esta vida para apreciar a grandeza do universo.

 

 

Círculo de leitura interativo
out 27th, 2011 by Fretta

Círculo de Leitura Interativo.
Olá amigo, estamos com uma novidade interessante, é o círculo de leitura interativo. Nele, você poderá participar através de seus comentários. Todos os meses, vamos selecionar um trechinho de um de nossos livros e vamos gravar a leitura para compartilhar com você.
Para isso gostaríamos que você participasse dando dicas e comentando os assuntos abordados. É um trabalho interessante e muito gostoso de se fazer.
O vídeo é amador, pesquisando o radical da palavra amador, descobri que é aquele que faz com amor, portanto não repare tanto no amadorismo fisionômico, porque é claro que pretendo melhorar. Esta é uma versão beta, somente para os amigos. Aos poucos vou aperfeiçoando;

Beijos do Fretta e até a nosso próximo encontro.

 

Gayatrí
out 26th, 2011 by Fretta

Não Matarás
out 26th, 2011 by Fretta

Não Matarás - Os animais e os homens nos bastidores da ciência



Extraordinário filme do Instituto Nina Rosa em que mostra os animais e os homens nos bastidores da ciência:

O uso de animais no ensino, o medo dos estudantes em expressar sua rejeição a esses métodos cruéis, a continuidade de um pensamento acadêmico já ultrapassado. Filósofos, cientistas e ativistas revelam o que é mantido em segredo.
Depois de saber, você não será mais o mesmo.
Documentário brasileiro produzido pelo Instituto Nina Rosa sobre experimentação em animais e suas consequências para os próprios animais, para o homem, para a educação e para o mercado.
Nova Turma do Curso do Ásana à Meditação
out 26th, 2011 by Fretta

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