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	<title>Espaço Cultural Fretta</title>
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	<description>Qualidade de Vida e Alta Performance</description>
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		<title>Como iniciar um movimento&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 18:16:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fretta</dc:creator>
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		<title>Os animais não podem ser comparados com coisas, porque não são coisas.</title>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 18:47:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fretta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanhas Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Nova lei de proteção aos animais em Portugal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nova lei de proteção aos animais em Portugal.</p>
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		<title>Grupo SwáSthya Argentina</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 14:22:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fretta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Método DeRose]]></category>
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		<title>O Yôga é uma espécie de ginástica?</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Apr 2012 18:30:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fretta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Não. O Yôga não é nenhum tipo de ginástica nem modalidade alguma de Educação Física. Uma prática completa de Yôga compreende técnicas corporais, bioenergéticas, emocionais, mentais, etc., através de exercícios orgânicos, respiratórios, relaxamentos, limpeza de órgãos internos, vocalizações, concentração, meditação. Ora, isso não pertence à área de Educação Física. Mesmo os exercícios físicos do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://derosebeiramar.org/blog/wp-content/uploads/2012/04/420091_194197864017512_190259861077979_284851_672934609_n1.jpg"><img class="size-medium wp-image-1824 aligncenter" title="420091_194197864017512_190259861077979_284851_672934609_n" src="http://derosebeiramar.org/blog/wp-content/uploads/2012/04/420091_194197864017512_190259861077979_284851_672934609_n1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não. O Yôga não é nenhum tipo de ginástica nem modalidade alguma de Educação Física. Uma prática completa de Yôga compreende técnicas corporais, bioenergéticas, emocionais, mentais, etc., através de exercícios orgânicos, respiratórios, relaxamentos, limpeza de órgãos internos, vocalizações, concentração, meditação. Ora, isso não pertence à área de Educação Física. Mesmo os exercícios físicos do Yôga não são puramente físicos e são completamente diferentes dos da ginástica. Até as regras e os princípios são totalmente diversos. Vejamos alguns exemplos:</p>
<p><strong>1)<em> </em>Movimento<em> </em></strong></p>
<p>-  Na Educação Física o <strong><em>movimento</em></strong> e a <strong><em>repetição</em></strong> são elementos fundamentais. A boa forma, os efeitos e o bom rendimento dependem da repetição adequada.</p>
<p>-  No Yôga, mais do que o <strong><em>movimento</em></strong>, o que importa é a <strong><em>permanência</em></strong> na fase crítica do exercício e, mais do que a <strong><em>repetição</em></strong> do mesmo exercício, importa a <strong><em>diversificação</em></strong> das técnicas, ainda que possam ser convergentes com relação aos efeitos proporcionados.</p>
<p><strong>2) Aquecimento</strong></p>
<p>-  Na Educação Física é imprescindível um bom aquecimento muscular prévio para evitar distensões.</p>
<p>-  No Yôga não se faz aquecimento prévio, mesmo que esteja muito frio. Apesar disso, no Yôga não se observam distensões. O fenômeno explica-se, em parte, pela ampla <strong><em>consciência corporal</em></strong> desenvolvida pelo praticante, que passa a conhecer perfeitamente seus limites e sabe que não deve excedê-los e, em parte, <strong><em>pela sofisticada tecnologia desenvolvida empiricamente durante cinco mil anos de experiência</em></strong>.</p>
<p>Ocorre que, quando as fibras musculares são aquecidas, dilatam-se, dando a falsa impressão de maior flexibilidade, mas depois voltam a se contrair pelo esfriamento no final do exercício. No Swásthya Yôga não utilizamos aquecimento, o que faz com que as fibras musculares desenvolvam um alongamento real, definitivo, mesmo quando o corpo estiver frio.</p>
<p>Isso também fundamenta fisiologicamente o fato comprovado de que a performance conquistada pelo praticante de Yôga incorpora-se definitivamente ao seu patrimônio corporal e ele, mesmo parando de seguir um programa regular de exercícios, não perde a boa forma durante meses ou anos, dependendo do nível de adiantamento obtido na fase de treinamento intensivo.</p>
<p>Assim, quando um praticante de Yôga é surpreendido por um incidente físico contará com músculos muito bem condicionados a reagir sem a necessidade de aquecimento prévio. Como um gato, fica instantaneamente em condições de enfrentar o desafio. Depois, volta rapidamente à calma.</p>
<p><strong>3) Áreas Atingidas</strong></p>
<p>-  A Educação Física atinge prioritariamente músculos e articulações. Depois, o sistema cardiovascular. Só secundariamente o resto do organismo. A mente não é trabalhada e limita-se a receber o benefício da higiene mental, o &#8220;<em>mens sana in corpore sano</em>&#8220;. Mas não há exercícios mentais nessa especialidade que se propõe, e proporciona com sucesso, uma educação <strong><em>física</em></strong>.</p>
<p>-  No Yôga é exatamente o inverso. Os efeitos começam se processando nas áreas mais profundas e afloram até chegar ao corpo. Nele, manifestam-se inicialmente nos sistemas nervoso e endócrino. Depois, nos órgãos internos. Só por último os benefícios chegam aos músculos e articulações.</p>
<p>Agora raciocinemos: se os músculos e articulações são as partes menos trabalhadas no Yôga e, apesar disso, adquirimos uma performance muscular e articular excepcional, imagine os efeitos obtidos nas áreas mais profundas!</p>
<p><strong>4) Respiração</strong></p>
<p>-  Na Educação Física dá-se uma razoável importância à respiração, porém não há uma tecnologia respiratória específica. Basta fazer respirações profundas. Permite-se respirar pela boca. Tradicionalmente (ainda hoje) é comum que o treinador mande o desportista encher de ar a parte alta do tórax em detrimento da região diafragmática, que é a mais importante pela quantidade maior de ar que comporta.</p>
<p>-  No Yôga, uma das primeiras coisas é reaprender a respirar. Respirar sempre pelas narinas, fora os casos excepcionais. Fazemos treinamento para dominar eletivamente os músculos respiratórios abdominais numa circunstância, intercostais noutra, sub-claviculares noutra e assim por diante. Controlamos diferentes ritmos para distintos objetivos, e acoplamos a determinados exercícios respiratórios a contração deste ou daquele plexo ou glândula endócrina, a fim de dinamizar a força do exercício.</p>
<p>Utilizamos 46 exercícios respiratórios diferentes e mais alguns que não podem sequer ser ensinados por livros, tal o poder que possuem e sua capacidade de despertar paranormalidades.</p>
<p><strong>5) Gasto de energia</strong></p>
<p>-  Na Educação Física tudo produz consumo de energia, sem o quê, os efeitos não se processam.</p>
<p>-  No Yôga, em sete oitavos da prática (sete em oito tipos de técnicas) o dispêndio de energia é próximo de zero. Em todos os oito feixes de técnicas capta-se, gera-se, canaliza-se ou armazena-se energia solar, telúrica e pránica de diversos tipos, das mais variadas fontes limpas e inesgotáveis.</p>
<p>Por isso os exercícios de Yôga são agradáveis e não cansam. Mesmo sem esforço os efeitos ocorrem  com intensidade, desde o primeiro dia.</p>
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		<title>RAZÕES PARA VC SER NÃO CARNÍVORO</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 15:17:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fretta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>

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		<title>Pújá- Retribuição de energia ( Tratado de Yôga-DeRose)</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 14:14:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fretta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[SwásThya Yôga]]></category>

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		<description><![CDATA[Pújá pode ter vários significados. Oferenda, honra ou retribuição de energia ou de força interior, são as formas pelas quais nos referimos ao pújá na estirpe Dakshinacharatantrika-Niríshwarasámkhya Yôga. Mas o termo pode significar também adorar, prestar culto, venerar, honrar, reverenciar. Assim, se você seguir uma corrente de Yôga Vêdánta, o termo pújá poderá ter uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong><br />
</strong></p>
<p>Pújá pode ter vários significados. Oferenda, honra ou retribuição de energia ou de força interior, são as formas pelas quais nos referimos ao pújá na estirpe Dakshinacharatantrika-Niríshwarasámkhya Yôga. Mas o termo pode significar também adorar, prestar culto, venerar, honrar, reverenciar.</p>
<p>Assim, se você seguir uma corrente de Yôga Vêdánta, o termo pújá poderá ter uma conotação totalmente diversa da de uma Escola de Yôga Sámkhya (ainda mais se for Niríshwarasámkhya). Enquanto no Sámkhya mais antigo, pré-clássico, pújá tem um sentido naturalista de sintonização com os arquétipos, na linha Vêdánta medieval ganha interpretação espiritualista e até religiosa.</p>
<p>Um bom exemplo do pensamento naturalista é o trecho da poesia de Fernando Pessoa:</p>
<p align="left">Se Deus é as flores e as árvores<br />
E os montes e sol e luar<br />
Então acredito nele a toda hora.</p>
<p align="left">Mas se Deus é as árvores e as flores<br />
E os montes e o luar e o sol,<br />
Para que lhe chamo eu Deus?<br />
Chamo-lhe flores e árvores e montes e sol e luar.</p>
<p align="center"><strong>Variedades de Pújá</strong></p>
<p>O conceito de pújá possui primeiramente duas divisões: báhya pújá (externo, expresso com oferendas materiais) e manasika pújá (interno, manifestado por meio de mentalização e atitude interior).</p>
<p>Para realizar o báhya pújá cinco objetos materiais, tradicionalmente, são mais recomendáveis: frutas, flores, tecidos, incenso e dinheiro. Dependendo do Mestre, alguma(s) destas formas de oferenda podem não ser bem aceitas, portanto, informe-se antes de fazê-la(s) impulsivamente, como ocorreu comigo na Índia, no caso que relatei no livro <em>Quando é Preciso Ser Forte</em>. Não obstante essas cinco formas de pújá tradicionais, atualmente é comum o indiano médio oferecer a um Mestre simplesmente uma caixa de doces! No Ocidente, um tipo de oferenda que todo instrutor aprecia são músicas que possa utilizar em coreografias, meditação, relaxamento e aulas em geral. Na verdade, não importa o que você esteja ofertando. Importa é o sentimento, a intenção e a intensidade com os quais o pújá esteja sendo feito. A partir daí, podemos dizer que há um número infinito de variações, tanto de báhya pújá, quanto de manasika pújá.</p>
<p>Na prática regular de Yôga aplica-se mais o manasika pújá, reservando-se o báhya pújá para circunstâncias cerimoniais, sociais e festivas. No Oriente são muitas essas ocasiões. Já, no Ocidente, resumem-se a umas poucas como o aniversário, dia do Mestre, Natal, inauguração de um Núcleo, início de um curso ou evento, etc. Uma modalidade denominada chakra pújá pode ser feita para comemorar a formalização de um relacionamento afetivo de um casal de yôgins de linha tântrica.</p>
<p>O manasika pújá se faz com profunda concentração e visualizando linhas, raios ou jatos de luz partindo do coração do praticante ou discípulo (dependendo do seu grau de identificação) em direção ao Mestre, envolvendo-o e impregnando-o com a energia de carinho, amor, lealdade e apoio daquele que transmite o pújá.</p>
<p>A visualização terá muito mais validade se for potencializada por um sentimento verdadeiro, honesto e intenso. Essa luz pode ser visualizada com a coloração amarelo-ouro, diáfana e brilhante, como o são em geral os fachos de luz, ou pode tomar as características cromáticas daquilo que se deseja melhor transmitir: se for saúde física e vitalidade, luz alaranjada; se for saúde generalizada com redução de stress, verde alface; se for paz e serenidade, luz azul celeste; se for afeto, rosa; se for para auxiliar uma superação kármica, violeta.</p>
<p>Na prática ortodoxa de SwáSthya Yôga convencionaram-se quatro segmentos de pújá:</p>
<p><strong>1) bhavana pújá  </strong>- ao local que acolhe os praticantes e que fica impregnado de forças positivas;</p>
<p><strong>2) guru pújá</strong> -  ao instrutor que ministra a prática em curso, representante de Shiva;</p>
<p><strong>3) satguru pújá</strong>  &#8211; ao Mestre do instrutor, quem transmite a ele a força de Shiva;</p>
<p><strong>4) Shiva pújá</strong>  &#8211; ao criador do Yôga.</p>
<p>Na prática heterodoxa o pújá pode sofrer algumas discretas adaptações, desde que quem o faça tenha a autorização do seu Supervisor.</p>
<p align="center">
<p align="center"><strong>Para Quê Pújá?</strong></p>
<p>A função do pújá é estabelecer uma corrente de sintonia entre o discípulo e o Mestre e, logo em seguida, realizar energeticamente o fenômeno dos vasos comunicantes: aquele que tem mais, deixa fluir para aquele que tem menos. Quem tem mais força e conhecimento é o Mestre. Contudo, pela Lei Natural de Ação e Reação, se o discípulo tomar uma atitude vampiresca e parasitária de querer receber, gera um campo de força, de reação, que bloqueia tudo. Por outro lado, se o discípulo educado trata de somente enviar uma oferenda de boas vibrações e mentalizações ao seu Mestre, gera-se um campo de força favorável à identificação entre ambos, conseqüentemente, ocorre um jorro de retorno àquele que fez a emissão original.</p>
<p>Mas, atenção: não se faz pújá com segundas intenções, para receber o benefício do retorno de energia. Isso seria seqüela de uma educação religiosa deturpada, em que a pessoa quase sempre reza para pedir algo, ao invés de manifestar o comportamento mais digno que seria orar para oferecer algo.</p>
<p align="center">
<p align="center"><strong>Para Quem se Faz Pújá</strong></p>
<p>Pode-se fazer pújá a um local sacralizado, a uma pessoa consagrada, ou a uma egrégora, isto é, a uma entidade gregária, o ser arquetípico que polariza e nucleia um grupo de indivíduos.</p>
<p>Quando entre pessoas, o pújá faz-se somente em sentido ascendente, ou seja, do inferior ao superior hierárquico. Assim, um devoto pode fazer pújá à sua divindade, um filho pode fazer pújá ao seu pai ou mãe, e o discípulo ao Mestre, mas o contrário não. No chakra pújá os convidados à cerimônia oferecem um pújá ao casal pelo motivo de que, naquele momento, ele representa Shiva-Shaktí.</p>
<p>Como em todas as coisas do hinduísmo, com relação ao pújá encontram-se também opiniões as mais variadas e discrepantes. Em algumas regiões e em determinadas escolas, o pújá muda de nome ou, então, entende-se que ele não possa ser direcionado a outro Ser Humano, mas apenas ao Ser Divino. Outras contra-argumentam que o Ser Divino está dentro de todo Ser Humano, portanto, o pújá pode ser feito ao Mestre. Se formos ater-nos à teorização e à filosofia especulativa, isso se tornará uma discussão sem fim.</p>
<p>O importante é o praticante saber que o pújá é parte da etiqueta e das boas maneiras yôgis (consulte o livro <strong><em>Método de Boas Maneiras </em></strong>, <em>Mestre DeRose</em>). Seja qual for sua origem, casta, credo ou posição social, antes de qualquer coisa deve ter lugar um pújá. O pújá é como se fosse o agradecimento prévio pelo que ainda vai ser feito. É um “<em>muito obrigado</em>” dito pelo aluno antes da aula, assim que chega para a classe. É a maçã que a criança leva espontaneamente para a sua professora primária.</p>
<p align="center"><strong>A Falta do Pújá</strong></p>
<p>A falta do pújá prejudica o praticante, pois o instrutor não dispõe de energia inesgotável para ministrar tantas classes e continuar com forças para irradiar magnetismo aos seus pupilos. É com a energia previamente ofertada pela turma que o instrutor vai operar. Ele processa e reflete essa força de volta para os seus alunos na forma de uma aula muito melhor, mais poderosa, mais dinâmica, mais mágica e mais alquímica.</p>
<p>A carência do pújá pode lesar o instrutor severamente. Afinal, quando os Antigos elaboraram o pújá como parte fundamental da prática de Yôga, sabiam o que estavam fazendo. Com que petulância os contemporâneos decidem que isso não é importante e o suprimem!</p>
<p>Os instrutores de Yôga ocidentais têm complexo de Deus. Acham que são imortais, que suas energias são inesgotáveis e que podem ensinar Yôga anos a fio, dando, dando sempre sem exaurir-se. A síndrome de divindade é de tal forma aguda que muitos profissionais, além de não ensinar pújá aos seus alunos, ainda selecionam os mais fracos e carentes de energia para trabalhar com eles, às vezes, exclusivamente: são os que direcionam sua divulgação especificamente para idosos e enfermos! Não é de se admirar que esse tipo de instrutor acabe contraindo sérios problemas de saúde. Primeiramente, ele fica neurastênico e com sintomas psicóticos. Na segunda fase somatiza enfermidades que absorveu por interferir com o karma dos seus alunos sem aplicar o dispositivo de segurança que os Mestres Ancestrais nos proporcionaram – o pújá. E, finalmente, morrem cedo, exauridos.</p>
<p>Observe-se que na nossa Escola, que utiliza pújá, em 35 anos não se observou nenhum óbito. Considerando que somos 195 Unidades no Brasil, mais de 30 noutros países e milhares de instrutores, estamos diante de um dado estatístico que merece estudo.</p>
<p>E há alguma explicação para os instrutores do nosso tipo de Yôga terem mais saúde e viverem mais tempo que os demais? Certamente: utilizamos a técnica chamada pújá e somos de linha tântrica, a qual valoriza o corpo, a saúde, o prazer e esse milagre que é a vida. Como, desde que o Swásthya Yôga foi introduzido no Brasil, há três décadas e meia, nenhum instrutor nosso passou para o outro lado da vida, criou-se o provérbio sobre a <em>causa mortis</em> de um instrutor de SwáSthya. Dizem que um instrutor de Swásthya Yôga só <strong><em>morre de rir</em></strong>!</p>
<p>Aliás, já que estamos em clima de descontração, vale a pena lembrar que <strong><em>pujante</em></strong>, em português, significa <em>possante, que tem grande força</em> e <strong><em>pujar</em></strong>, quer dizer <em>superar</em>! Não é uma simpática coincidência? Sabendo-se que o sânscrito influenciou etmologicamente a maioria das línguas modernas, podemos até supor que tenha ocorrido algo mais do que acaso. A semântica mostra que a palavra dente, provavelmente proveio do sânscrito <em>danta</em>; pata, de <em>páda;</em> caju, de <em>kaju</em>; barata, de <em>Bhárata;</em> xícara, de <em>shíkara</em>; chá, de <em>chai;</em> nove, de <em>nava</em>; nome, de <em>nama</em>; e ainda:</p>
<ul>
<li>ignis (latim), de <em>agni</em>, fogo;</li>
<li>gnose (grego), de <em>gnana</em> ou <em>jñána</em>, sabedoria;</li>
<li>man (inglês), de <em>man</em>, pensar;</li>
<li>tri (do grego e do latim) e three (do inglês), de <em>tri</em>, três;</li>
<li>penta (grego), de <em>pancha</em>, cinco;</li>
<li>genou (francês), de <em>janu</em>, joelho;</li>
<li>sept (francês), de <em>sapta</em>, sete; etc.</li>
</ul>
<p align="center">
<p align="center"><strong>Bháva</strong></p>
<p>Bháva significa sentimento, conduta, amor, inclinação da mente. É a reverência ou sentimento profundo, intenso, que potencializa e dinamiza a força do exercício. Sem bháva, o pújá não é pújá, o mantra não mantra, e assim por diante: o Yôga não é Yôga.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="center"><strong>Chakra Pújá</strong></p>
<p align="center"><strong>Cerimônia de Consagração Para-Nupcial Secular no Swásthya Yôga</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A solenidade abaixo descrita não está atrelada a nenhum credo nem religião. Trata-se de uma cerimônia de caráter social e festivo. Só pode ser oficiada pelo Mestre de mais elevada hierarquia.</strong></p>
<p>O casal senta-se sobre um panô no chão ou sobre um tablado no centro do recinto escolhido para dar lugar ao chakra pújá. Entre os nubentes, um tecido branco. Sobre o tecido encontram-se fogo, incenso e flores brancas. Em torno, os convidados iniciados ficam dispostos preferencialmente em círculo ou semicírculo, caso o espaço assim o exija. Fora do círculo sentam-se os eventuais convidados não iniciados. Os padrinhos deverão forçosamente ser yôgins.</p>
<p>Após uma rápida preleção, o Mestre Oficiante dá inicio à celebração entoando alegres mantras (vocalizações em sânscrito) com palmas, o que confere à cerimônia uma atmosfera descontraída.</p>
<p>Terminados os mantras, todos voltam suas mãos para o casal, enviando-lhe votos de carinho duradouro, compreensão, ausência de possessividade, respeito pela individualidade e autêntico companheirismo.</p>
<p>Sob o comando do Mestre Oficiante, os convidados começam a vocalizar o mantra ÔM contínuo, semi-sussurado, para que todos possam ouvir claramente todas as palavras que serão pronunciadas.</p>
<p>Ambos estendem as mãos sobre o fogo para purificá-las e torná-las dignas de tocar o parceiro.</p>
<p>Em seguida, cada um toca de leve com os dedos indicador e máximo nos lábios do outro, dizendo:</p>
<p><strong><em>– Que teus lábios só pronunciem palavras de amor e compreensão.</em></strong></p>
<p>Depois, cada qual toca os ouvidos, esquerdo e direito do parceiro (nesta ordem), dizendo:</p>
<p><strong><em>– Que teus ouvidos só escutem de mim palavras doces e verdadeiras.</em></strong></p>
<p>Por último, cada um toca no ájña chakra do outro, dizendo:</p>
<p><strong><em>– Que teus olhos só vejam o carinho que existe em todas as minhas atitudes.</em></strong></p>
<p>A Shaktí faz um prônam mudrá que é envolvido por um prônam mudrá pelas mãos do Shákta. O Mestre Oficiante transmite seu kripá ao casal. Encerra-se o mantra ÔM contínuo.</p>
<p>O Mestre Oficiante recebe uma pombinha branca que possa voar, das mãos dos padrinhos. O casal toca a ave para transmitir-lhe seu afeto. O Mestre declara:</p>
<p><strong><em>– Que o Amor e a Liberdade sejam o maior patrimônio da união que agora se formaliza.</em></strong></p>
<p>Em seguida solta a pombinha. Ao mesmo tempo, uma explosão de palmas, manifestações de júbilo e de congratulações por parte de todos os presentes.</p>
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		<title>SwáSthya na Argentina- Festival na Índia</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 14:10:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fretta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<title>Fan Page</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 15:23:45 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Campanhas Sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Curta nossa fan Page e receba várias informações pertinentes a seu desenvolvimento, assim como a programação de todas as nossas atividades culturais, campanhas, passeios, jantares. Além de várias dicas de alimentação, boas maneiras, bons relacionamentos:  http://www.facebook.com/EspacoCulturalFretta &#160; &#160;]]></description>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://www.facebook.com/EspacoCulturalFretta">http://www.facebook.com/EspacoCulturalFretta</a><a href="http://www.facebook.com/EspacoCulturalFretta"><img class="size-medium wp-image-1801 aligncenter" title="curtir" src="http://derosebeiramar.org/blog/wp-content/uploads/2012/04/curtir-300x144.jpg" alt="" width="300" height="144" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Calendário do Espaço Cultural Fretta do Método DeRose</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 13:35:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fretta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<title>O que você vai vivenciar nas turmas de Iniciantes de Yôga</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 13:33:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fretta</dc:creator>
				<category><![CDATA[SwásThya Yôga]]></category>

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		<description><![CDATA[- Técnicas de Respiração: Reeducação respiratória; Explorar e ampliar a capacidade pulmonar; Respiração abdominal e completa: Fases da respiração; Tipos de respiração; Técnicas que sedam e estimulam; Respiração ritmada. &#160; - Técnicas de Purificação Orgânica: Massageamento e purificação dos órgãos internos; Limpeza dos globos oculares e treinamento para melhorar a visão; Limpeza das narinas, do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2></h2>
<p><strong>- Técnicas de Respiração:</strong></p>
<p>Reeducação respiratória;</p>
<p>Explorar e ampliar a capacidade pulmonar;</p>
<p>Respiração abdominal e completa:</p>
<p>Fases da respiração;</p>
<p>Tipos de respiração;</p>
<p>Técnicas que sedam e estimulam;</p>
<p>Respiração ritmada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- Técnicas de Purificação Orgânica:</strong></p>
<p>Massageamento e purificação dos órgãos internos;</p>
<p>Limpeza dos globos oculares e treinamento para melhorar a visão;</p>
<p>Limpeza das narinas, do seio maxilar e dos pulmões;</p>
<p>Estas técnicas permitirão um melhor funcionamento dos órgãos trabalhados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- Técnicas de Orgânicas:</strong></p>
<p>Alongamento, fortalecimento e definição muscular;</p>
<p>Flexibilidade e resistência articular;</p>
<p>Coordenação motora;</p>
<p>Melhora na postura;</p>
<p>Consciência corporal;</p>
<p>Regras gerais de execução: respiração, permanência, repetição, ângulo didático, compensação e segurança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- Técnicas de Descontração:</strong></p>
<p>Atingir uma profunda descontração muscular e nervosa e junto com as demais técnicas da prática administrar e implodir o stress.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- Encadeamento das técnicas:</strong></p>
<p>Aula com ênfase nas passagens de uma técnica para outra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- Preparação para o SwáSthya Yôga:</strong></p>
<p>Somado às técnicas conhecerá mais sobre o objetivo da prática de Yôga Antigo através da leitura do livro <strong><em>Yôga a Sério.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong>Tempo de permanência: De um a três meses.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
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